Naiá Camargo retrata a busca da sua própria essência em single

Naiá Camargo é uma cantora contemporânea. Sua miscigenação cultural, sua paixão pela arte e sua energia forte e visceral trazem uma nova bossa a canções já conhecidas do público. Nascida em São Paulo, a brasileira com sangue Guarani, Alemão e Africano transita pela cena musical desde a juventude. Começou a estudar música aos 16 anos, na Oficina Teca Alencar, e se apaixonou pelo canto erudito. Logo depois, foi morar na Inglaterra, quando aperfeiçoou seus estudos no canto, piano e Saxofone.

De volta ao Brasil, retomou os estudos na área com as professoras Raquel Barcha, seguida por Anita Dixler e a Annick Dubois. Esta experiência possibilitou que ele pudesse trabalhar com a técnica e postura erudita para se iniciar no canto popular. Com a veia artística sempre pulsante, a cantora também se formou em Artes Cênicas pelo TUCA, enquanto simultaneamente concluía a faculdade de Economia.

Olá, Naiá, tudo bem? Primeiramente, nos conte um pouco quem é Naiá Camargo?

Naiá: Oi, tudo bem graças a Deus, espero que com vocês também. Sou uma pessoa normal, comum, com uma mulherada dentro de mim. Tem muitas mulheres dentro da Naiá e venho descobrindo cada uma delas com muita integridade. Sou uma pessoa que atuo na minha vida pessoal e profissional de acordo com meus princípios, então sou muito integra. E venho descobrindo cada uma dessas mulheres com muita intensidade, sou muito intensa.

Tudo que faço é com muita intensidade, muita verdade, buscando ser uma pessoa cada vez melhor. Acredito que somos resultado da nossa própria busca. A paz, a luz, tudo isso é uma busca diária. Humildemente tento buscar minha melhora todos os dias.

Como nasceu o amor pela música?

Naiá: A música é um tipo de expressão que o ser humano tem, dentre outras expressões. Todo ser humano é capaz de tocar, cantar, dançar, atuar, descobri tudo isso desde pequena. Como toda criança, estamos sempre brincando, cantando, dançando, e sempre senti que cantar era uma coisa muito fácil, muito natural, até intuitivo. Sempre fui uma pessoa com muito ritmo, muito afinada e não só eu percebia isso, mas as pessoas também, me elogiando. Acabei desenvolvendo melhor isso.

Mas a hora que fiquei apaixonada mesmo pela música foi em alguns momentos, me lembro de alguns, eu era bem pequena. Lembro que escutava muito Michael Jackson, e sentia que a música me levava para um outro lugar. Que não era algo realmente só da terra (risos). Uma conexão divina!

Costumo dizer que sou cantora porque esse é o meu chamado, não é uma coisa só profissional, é espiritual, algo mais forte que eu. Uma vez me falaram ‘Ah Naiá, você tem vergonha de cantar?’. E falei que não tenho vergonha, nem é nesse lugar da pessoa Naiá, é um chamado mesmo, uma missão de vida.

Então, quando era pequena, comecei a cantar desde sempre e dai escutando algumas músicas, uma delas, do Michael Jackson, Thriller e entre outras. Eu amava Michael Jackson, dançava e cantava, sentia também que a música me levava para outro lugar. Acabei casando com a música e até hoje estou muito feliz.

Você lançou o single “Onde Eu Tô?”, que retrata a busca da sua própria essência. Como tem sido a aceitação do público? Podemos esperar novos singles ainda este ano?

Naiá: Lancei “Onde Eu Tô?”, esse single lindo, essa música linda, que fala de muitas mulheres, muito de mim, de muitas pessoas, em busca da sua própria essência, você falou certíssimo. Acredito que você entendeu aquilo que eu entendi da música, porque cada um tem sua interpretação, mas é a viagem interna e externa.

A aceitação do público está sendo muito maravilhosa, o pessoal está gostando muito dessa música. As pessoas estão se identificando com a música, com a letra. E ela é uma música dançante, gostosa, ela é um bom cenário para o dia. Você pode escutá-la no carro, caminhando, ela é um bom cenário para sua mente.

E com certeza terão outras esse ano, agora estou dedicada a lançar musicas inéditas, autorais e co-autorais. Teremos novas músicas e estou muito feliz com esse processo de fazer canções junto com os compositores. Tem gente que é muito talentosa para escrever, muito mais do que eu. E fazemos assim um arranjo de… quase uma música por encomenda, muitas frases, muitas palavras, muitas ideias minhas, e a pessoa da uma forma mais musical, fonográfica para essas ideias que tenho tido.

A quarentena foi e tem sido muito difícil para todo mundo. Como tem sido para você não poder estar nos palcos?

Naiá: A quarentena para mim tem sido muito importante, muito especial essa viagem interna, essa busca incessante pela evolução, progresso, conhecimento. Agora tem sido muito mais intensa, a gente consigo mesmo. É muito difícil para todo mundo, muito difícil para mim que sou uma pessoa extremamente libriana. Sou capricorniana, mas tenho uma coisa de libra muito forte. Então, gosto de estar em conjunto, em coletivo, gosto de almoço todo mundo junto, gosto de rituais coletivos.

Mas tem sido muito importante, porque estou nesse momento de produção criativa muito fervoroso, muito frutífero. Estou aproveitando desse jeito, estou conseguindo produzir na quarentena, me conectar com todas as ideias. E transformar essas ideias, essas esperanças em música. O problema não é o problema, é o que a gente faz do problema, não é isso? O que estou fazendo do problema? Estou fazendo essa limonada que está saindo muito saborosa e muito cheirosa.

Quais são os planos para depois da quarentena?

Naiá: Para depois da quarentena, está aí uma coisa que aprendemos, a não fazer muitos planos. Acompanhamos pela mídia que tal dia ia abrir o mercado, daí não abre, tal dia ia ter a volta de não sei o que e não teve. Os astrólogos estão dizendo que o mundo vai voltar a dita normalidade à partir de abril do ano que vem. Vamos ver!

Mas uma coisa que tenho certeza que vou fazer depois da quarentena é me conectar fisicamente com as pessoas, depois que tiver uma vacina e não tiver mais risco de contaminação. Quero abraçar as pessoas, beijar as pessoas, viajar fisicamente também, porque o artista é muito alimentado por memórias, por lembranças e sou muito sensorial. Por mais que eu leia, escute, preciso sentir, tocar, precisa doer, precisa ser bom fisicamente.

Quero viajar fisicamente, que já estou viajando bastante com essas músicas todas, mas quero estar próxima das pessoas que amo. A vida nos dar uma família, umas pessoas que viram família na nossa família espiritual e eu quero estar próxima.

Deixe uma mensagem.

Naiá: Então pessoal, o que deixo para vocês é para que acompanhe a Naiá Camargo Oficial nas redes (Instagram, YouTube, Facebook, entre outros). Vou trazer algumas novidades daqui até o final do ano que vem, vou vir trazendo músicas novas, inéditas, gostosas, que estão sendo feitas com muito amor, muito prazer. E é para dar um sabor muito gostoso para a vida de vocês.

Espero que vocês curtam, aguardo o feedback de vocês. Estamos todos sempre muito conectados. Beijão!

Labanca se prepara para lançar segundo álbum

A cantora mineira Maíra Labanca, conhecida como Labanca, está finalizando a produção do seu segundo álbum, intitulado ID. O trabalho, viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, vai trazer 10 canções autorais e conta com a produção de U.Got, produtor responsável pelo álbum de lançamento de Cleo Pires e idealizador e apresentador do programa Música na Mochila, do Canal BIS.

Olá Labanca, tudo bem? Você está finalizando a produção do seu segundo álbum, intitulado “ID”. Como está sendo o processo? Quais são suas expectativas para o lançamento?

Labanca: Costumo ter processos demorados, principalmente em trabalhos autorais. Tenho experimentado sonoridades e escrito composições que espelhem o que eu sou e isso é um desafio. O desafio de se encontrar.

O álbum tem 10 canções autorais. O que já pode nos adiantar sobre os novos singles?

Labanca: Posso adiantar que vão de temas variados desde canções sobre uma balada à canções de um coração partido. Minha visão sobre o que vivi nos últimos dois anos.

 Como é trabalhar com U.Got como produtor ?

Labanca: Tem sido muito bom. Ele embarca junto com o artista no autoconhecimento pessoal e musical para conseguirmos extrair uma obra o mais fiel possível com a minha identidade.

Para quem não a conhece, quem é Maíra Labanca?

Labanca: Brinco que sou uma atriz que canta. Comecei no teatro muito nova e a música veio como uma consequência natural. Gosto de trabalhar com todas as expressões da arte e a música é uma delas.

De onde surgiu o amor pela música?

Labanca: Desde pequena, ouvia muita música, e ela sempre foi um lugar de refúgio para mim e continua sendo.

 Além do álbum, existe algum projeto para o futuro?

Labanca: Espero lançar algo de áudio visual junto com o álbum.

Algo que normalmente pergunto em minhas entrevista é: Em sua visão, como tem sido viver em uma pandemia? E qual sua mensagem de positividade sobre esse momento?

Labanca: Para mim tem sido um processo de me conhecer ainda mais e de aprender a me fazer uma boa companhia.

Deixe uma mensagem para o público.

Labanca: Estou prometendo esse álbum há um bom tempo, já estava atrasada, com a pandemia vamos atrasar além do programado, mas saibam que está sendo feito com amor.

Conheça Sophia Marie, uma das participantes do The Voice Kids 2020

A jovem Sophia Marie participa do “The Voice Kids”, que voltou a ativa no dia 20 de setembro com adaptações por conta do Coronavírus. As apresentações são feitas de modo remoto, com apenas os jurados, apresentadores e uma equipe reduzida no estúdio.

Sophia Marie integra o Time Brown, e foi destaque ao cantar o sucesso de Adele, ‘Rolling In The Deep’, na audição às cegas, virando a cadeira de Carlinhos Brown e da dupla Simone e Simaria. Já nas fases seguintes, apresentou a música ‘Girls Just Wanna Have Fun’, celebrando o Dia Internacional da Mulher.

A jovem artista já tem uma vasta bagagem de conhecimento da arte. Aos 3 meses iniciou os seus estudos através de musicalização e dança materna, aos 5 anos começou a fazer aulas de piano e foi quando o canto passou a fazer parte de sua vida. Mais tarde começou a fazer aulas de Teatro Musical e já integrou o elenco dos musicais “Marias do Brasil” com direção de Fernanda Chamma e “Escola do Rock” na montagem brasileira do espetáculo da Broadway, em que viveu a personagem Katie e, além de atuar, dançar e cantar, ela também toca baixo ao vivo nas apresentações.

Olá, Sophia, tudo bem? Você está se preparando para voltar às competições no ‘The Voice Kids’. Está nervosa? Como tem se sentido por isso?

Sophia: Oi, tudo bem e com vocês? Eu nunca parei de me preparar! O artista não pode parar nunca! Sou filha de professora e minha mãe me ensinou que o estudo e o preparo são fundamentais para o sucesso.

Por conta da pandemia, o formato da transmissão será diferente. Como será feita as apresentações?

Sophia: Surpresaaaa! Mas posso dizer que vamos arrasar! Preparamos tudo com muito amor e alegria. Saber que uma hora voltaríamos nos manteve “vivos”.

Sendo do Time Brown, qual é sua expectativa para essa volta?

Sophia: A minha expectativa é das melhores, esse ano a gente leva esse título para o time Carlinhos Brown.

Quais surpresas podemos esperar nas suas apresentações?

Sophia: Ahhhh, as surpresas não podem ser contadas! (risos) Mas aguardem que domingo será incrível!

Nos conte um pouco quem é Sophia Marie.

Sophia: Eu sou uma menina do amor, da arte e da alegria, busco as coisas boas em todas as trajetórias.

Deixe uma mensagem.

Sophia: Foco, estudo, coragem, amor e determinação em tudo que queremos e o Universo se encarrega do resto!

Theo Barreto será Kurt Kelly em “Heathers Teen – O Musical”

Foto: Adriano Dória

Em ‘Heather Teen – O Musical’, o artista Theo Barreto interpreta Kurt Kelly, um dos valentões do colégio, que tem como principal atividade atormentar os que estão ao seu redor, com ajuda do seu amigo Ram Sweeney. Em São Paulo, a montagem tem direção geral de Fernanda Chamma em parceria com a também diretora Daniela Stirbulov, coreografias de Mariana Barros e direção musical de Willian Sancar e Catarina Marcato. Os ensaios ocorreram na escola de teatro musical Estúdio Broadway Morumbi.

Olá Theo, tudo bem? Em ‘Heather Teen – O Musical’, você interpreta Kurt Kelly, um valentão do colégio. Nos conte um pouco sobre essa experiência de dar vida a este personagem. 

Theo: Acho ele um personagem muito divertido de se fazer.

Existe alguma coisa em comum entre Theo Barreto e Kurt Kelly? 

Theo: Não, acho que se alguém fosse igual a ele, não seria nada legal.

Nos conte um pouco quem é Theo Barreto. 

Theo: Comecei a fazer teatro na minha escola aos 9 anos e fui para o “Estudio Broadway” aos 12 anos, onde comecei meus estudos sobre teatro musical.

Quais são suas expectativas sobre o espetáculo?

Theo: Acho que será uma temporada muito difícil por conta da pandemia, mas também bastante gente está animada para ir assistir, porque não saem de casa faz tempo e estão sem teatro faz tempo.

De onde veio o amor pela arte de cantar e atuar? 

Theo: Desde pequeno adorava cinema e o canto. Comecei a fazer por conta mais do teatro musical, mas acabei adorando também.

Como você se vê daqui 5 anos? 

Theo: Espero que em muitos projetos.

Como as pessoas podem assistir ao musical? 

Theo: No site do “Event Brite”, você pode comprar seu ingresso para nossa plateia ao ar livre. Os atores estarão de máscaras e a plateia também.

Deixe uma mensagem.

Theo: Venham assistir Heathers Teen em cartaz até 04 de outubro no Stunt Burger.

PH Silva fala sobre o lançamento de “Colar”

Após o sucesso do projeto “Girassol Dourado: O Filme”, o artista PH Silva acabou de lançar seu mais novo trabalho. Intitulado de “Colar”, o artista mostra um lado voltado ainda mais a música.

Na nova melodia, PH Silva conta uma história pessoal, já que mostra a vida de uma pessoa, que amava muito, e estava passando por uma reconstrução pessoal. Com o intuito de deixar essa relação ainda mais próxima, o artista deu a ela um colar que representa toda a amizade e carinho entre si.

Olá PH, tudo bem? Você acabou de lançar a música “Colar”. Sobre o que é a melodia? Como tem sido a aceitação do público?

PH: A letra, a melodia e a própria musica em si falam sobre esse processo de reconstrução que todos nós estamos passamos, de nos reconstruir dia após dia ainda mais após tudo isso que está ocorrendo com o mundo. E tem sido muito lindo ver a forma como as pessoas estão abraçando e muito tudo isso. A identificação e tudo mais é a melhor coisa de se ver.

Nos conte um pouco quem é PH Silva e suas ambições na carreira musical.

PH: PH Silva é alguém que encontrou na música alguma forma de poder falar tudo o que sente, tudo o que pensa para as pessoas. Todas as vivências, lembranças e ambições na minha carreira é poder conseguir viver disso e fazer com que o máximo de pessoas sejam alcançadas, e até mesmo transformadas pelas minhas musicas.

Um projeto anterior seu foi o “Girassol Dourado: O Filme”. Como foi criar esse álbum? Pretende utilizar este formato novamente no futuro?

PH: Criar esse álbum foi uma experiência única, algo que diria até transformador para mim mesmo. Me fez pensar diferente, ser uma nova pessoa, me fez até mesmo enxergar meus limites. E sem duvidas algumas, não descarto a possibilidade desse mesmo formato em projetos futuros, e quem sabe até outros formatos semelhantes. Ideias oriundas desse mesmo formato.

Além do álbum e a nova música lançada este mês, quais são seus planos para o futuro?

PH: No momento, embora AME muito trabalhar com álbuns, até mesmo por ser um grande admirador e apreciador do formato de álbuns, mais do que de singles soltos, entendo que hoje pelo menos o mercado trabalha muito com singles. E é o que pretendo fazer no momento, vou passar um tempo trabalhando com singles até chegar o momento que consiga chegar no ponto em que queira para um próximo álbum.

Apesar da flexibilização, a área da música ainda não está totalmente liberada diante da pandemia. Como tem sido para você viver este momento? Você acredita que as coisas irão voltar ao normal logo ou irá demorar um pouco para isto ocorrer?

PH: Viver esse momento tem sido de fato bem complicado, mas é um momento que podemos aproveitar ao menos para sermos ouvidos, já que o entretenimento nunca foi tão necessário e almejado pelas pessoas. Infelizmente, embora as pessoas já estejam começando a tentar voltar às coisas ao normal (e de certa forma dá pra se compreender, já que com essa paralização muitos foram prejudicados), acredito que ainda vai levar alguns meses para as coisas voltarem ao normal.

Deixe uma mensagem.

PH: Olá pessoinhas maravilhosas, eu sou o PH Silva, faço música do que sinto, vivo e penso. Se tu puder parar um pouquinho pra me escutar, ficarei bem grato, e se tu curtir, espalha pra geral! Ajudar um artista não custa nada, é de graça. Me siga nas redes sociais também! E juntos podemos ir além.

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Diego Karter fala sobre projeto “EP Do Meu Interior” e inspiração em Deus

Com quatro faixas escritas e produzidas por Diego Karter, o EP Do Meu Interior é o próximo lançamento do artista pela Sony Music, gravadora onde estreou em 2018 com o EP Deus se Faz Presente.

Revelado ao grande público no reality musical The Voice Brasil, da Rede Globo, Diego traz um projeto com uma musicalidade acústica ao som de violões, pad e piano, dando uma plástica orgânica ao conteúdo.

O repertório abre com a canção Fogo, onde Diego apostou numa mescla entre um worship mais gourmetizado e o pentecostal, que foi bem representado pela cantora Kemilly Santos. Completando o setlist estão as faixas Sobre Viver, que já havia sido lançada no projeto Sony Music Live e agora traz uma roupagem feita em estúdio; Me Refaz, com a participação de Clayton O’Lee, da banda Discopraise, e que também tem uma versão no Sony Music Live; e Graça, com uma leve pegada congregacional.

Lançado recentemente, o EP “Do Meu Interior” pela Sony Music. Você poderia nos contar um pouco mais sobre o desenvolvimento do projeto e como foi a recepção com o público?

Diego: Sim, o EP acústico “Do Meu Interior” começou em 2019, mas na verdade, o sonho em realizar o projeto veio em 2018, através da canção DONO DO TEMPO que trouxe uma linguagem folk, porém brazuca. Nisso entendi que precisava produzir um álbum que trouxesse aquela leveza, com isso, iniciamos a produção pensando num EP ACÚSTICO e pra minha felicidade, foi bem recebido pelo meu público. O EP já conta com mais de um milhão de streams só no Spotify.

O seu reconhecimento como artista musical teve uma alavancada após a participação no reality musical “The Voice Brasil” em 2017. Esse momento é considerado especial para você até os dias de hoje? Como era o Diego de antes do programa?

Diego: Na verdade, o The Voice foi um divisor na minha vida. Antes dele estava seguindo independente e seguro dessa forma, na maioria das vezes é muito difícil. Após o The Voice, o leque, as portas se abriram, inclusive a minha entrada pra Sony Music.

Ainda a respeito do novo EP, o projeto apresenta quatro músicas autorais. Poderia nos contar uma pouco sobre o seu processo de criação, e quais foram suas inspirações?

Diego: Como diz o título cada canção foi escrita baseada nos momentos que eu estava vivendo, tudo o que se ouve no EP é o reflexo da minha vivência com Deus.

O novo repertório tem abertura com a execução da canção “Fogo”, onde foi feita uma mescla entre um workshop mais gourmetizado e o pentecostal. Como você conseguiu chegar nessa combinação, e contar com a participação da cantora Kemilly Santos?

Diego: Kemilly faz parte do time Sony Music e o contato com ela veio através disso. Nos falamos a primeira vez em uma Expo e desde então tive vontade de convida-la para um dueto. Quando escrevi a canção, logo percebi que havia chegado a hora, precisava ter a participação dela

Outra música que já teve uma versão conhecida pelo público é “Sobre Viver”, apresentada no Sony Music Live, que está com uma roupagem nova nesse EP. O que o fez querer regata-la no formato de estúdio?

Diego: A verdade é que Sobre Viver conversava demais com Me Refaz e Graça. O tema central do EP foi finalizado com ela que era mostrar o quanto somos pequenos e precisamos ser refeitos todos os dias, nascer de novo todos os dias, aprender a viver de acordo com o que Deus nos mostrou através da palavra.

Como foi gravar ‘Me Refaz”, com a participação de Clayton O´Lee, da banda Discopraise?

Diego: Sempre fui fã da banda Discopraise e minha admiração é gigantesca pelo Clayton. Para mim, ele é referência de ministro, pastor, artista… Resumindo, ele é completo (risos). Foi um grande presente tê-los nesse projeto.

“Do Meu Interior”, como você mesmo refere, é um projeto que Deus colocou no seu coração através de músicas que falassem de sua vivência. Como você considera seu relacionamento com Deus e como se expressa através da música?

Diego: Simples e direto. Deus espera que nós sejamos transparentes. Falar com Deus não é algo reservado apenas para grandes profetas, através de Jesus Cristo o caminho foi feito. Se você precisa de oração, ore você mesmo, pois Ele quer ouvir você falar, você dizer o que sente, o que precisa. Não que Ele não saiba, mas precisamos mostrar o quanto quereremos. Andar com Deus é viver o amor, seguir os passos de Jesus, é renunciar a carne, é abrir mão de si para beneficiar o outro.

Além do novo EP, existe algum planejamento para depois da pandemia?

Diego: Sim. O projeto DO MEU INTERIOR ainda irá continuar, como citei em outras entrevistas o álbum acústico é o início do projeto, ainda iremos continuar em 2021. Mas como não paramos (risos), já tem um single fresquinho para sair durante a pandemia com direito a videoclipe. Aguardem (risos).

Deixe uma mensagem.

Diego: Minha mensagem para os leitores é que, mesmo com esse momento crítico que o planeta tem vivido, não venha esmorecer, não venha desistir dos projetos que Deus colocou em seus corações. Continua seguindo, trabalhe, de o seu melhor, Ele vê seu esforço e não medirá esforços para realizar o que prometeu. Confie Ele está com você.

Entrevista feita em parceria com Luca Moreira.

Dr. Luiz Haroldo Pereira alerta para os graves riscos do uso de silicone industrial

Não é de hoje que o uso da bioplastia – com aplicações de silicone líquido industrial ou PMMA em grandes quantidades – é apontado como um grande risco para saúde. Porém, o cirurgião plástico Dr. Luiz Haroldo Pereira, médico referência, com mais de 40 anos de experiência, volta a fazer alertas ao uso após receber diversos casos nos últimos meses com complicações por conta desses procedimentos feitos com outros profissionais.

Olá Dr. Luiz, tudo bem? O uso de bioplastia não é indicado por ser um grande risco à saúde. Que tipo de procedimento o senhor como cirurgião plástico utiliza?

Dr. Luiz: Olá Andrezza e leitores, tudo bem e vocês? É um prazer poder falar com vocês. Vamos lá! A bioplastia não deve ser realizada, pois é sempre produto sintético, tipo metacril ou silicone industrial. E o organismo reage sempre, pois não é um produto biológico.

Tudo que é injetado não se consegue remover. O produto injetado muda de lugar, pois é uma molécula pesada que vai migrar e o organismo reage sempre tentando eliminar.

Como uma pessoa pode ficar alerta em saber se aquele produto que será injetado em si é silicone industrial ou não?

Dr. Luiz: Não acredite em solução mágica e barata. Procure sempre um especialista, além disso, faça uma cirurgia, não uma injeção para aumentar os glúteos e outras regiões. A única exceção de aplicação possível é o ácido hialurônico, que com o tempo o organismo absorve.

Quais são suas maiores indicações para quem procura o uso de silicone?

Dr. Luiz: As áreas mais injetadas são as regiões glúteas e flancos. O melhor para estes pacientes é a gluteoplastia com enxerto de gordura ou prótese de silicone.

Qual é a frequência de mortes com o uso do silicone industrial?

Dr. Luiz: Há muitos relatos de mortes e de complicações estéticas graves pela bioplastia. Alguns casos são famosos e repercutem na mídia tentando alertar, mas temos novos casos sempre.

Tendo mais de 40 anos de experiência, nos conte um pouco sobre sua carreira.

Dr. Luiz: A minha vida profissional começou na Faculdade de Medicina na Universidade Federal do Pará. Fiz residência de cirurgia geral no Laserj e residência de cirurgia plástica no Hospital dos Servidores do Rio de Janeiro. Depois fiz mais dois anos de especialização em Paris. Sou pioneiro da lipoaspiração e membro titular da nossa Sociedade de Cirurgia Plástica há 40 anos. Tenho vários trabalhos publicados em revistas científicas internacionais e vários capítulos de livros, versando sobre lipoaspiração, enxerto de gordura, abdominoplastia e correções de deformidades por lipo mal feita.

Deixe uma mensagem.

Dr. Luiz: Sempre faça a sua cirurgia com um médico cirurgião plástico verdadeiro e não acredite em milagres. O barato sempre sai mais caro, ainda mais quando falamos da sua saúde.

“Temos que parar, observar e aprender com esses dois lados ao invés de julgarmos um lado só”, comenta Peter Brandão, o intérprete do Fininho no novo filme ‘Rocinha – Toda história tem dois lados’

Peter Brandão começou sua carreira artística cedo, com apenas quatro anos de idade

Carioca nascido em 1994, o ator, músico e diretor Peter Brandão carrega em sua trajetória artística muito talento e carisma. Atualmente está gravando o filme “Rocinha – Toda história tem dois lados”, da diretora Rayssa Castro, e atua como Hermes, personagem da série “Impuros”, da Fox Premium.


Marcado pela ousadia e versatilidade em seus inúmeros papéis e trabalhos musicais, Peter ganhou destaque em peças teatrais, comerciais, filmes e novelas como “Babilônia” e “Malhação”, da TV Globo, “Amor e Intrigas”, da TV Record, “Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida”, ao lado da protagonista Xuxa Meneghel, entre outros. Confira a entrevista:

Olá Peter, tudo bem? Primeiramente, nos conte um pouco sobre quem é Peter Brandão.

Peter: Estou bem graças a Deus! Muito obrigado! Quem é Peter Brandão? Peter Brandão é um cara sonhador, batalhador, conquistador de seus objetivos. Sou um cara muito focado e grande amante das artes em termos gerais, tanto música, quanto produção e atuação. Também amo esportes, gosto de surfar, gosto de andar de skate e de jogar futebol. Peter Brandão é um cara que ama muito a família e pessoas. Esse sou eu, simples e que ama o que faz!

Você está gravando o filme “Rocinha – Toda história tem dois lados”, da diretora Rayssa Castro. O que pode nos contar um pouco deste projeto? Quem você interpreta?

Peter: Esse projeto vai contar muito da realidade das favelas do Rio de Janeiro e nada melhor do que contar a história da maior comunidade da América Latina, que é a Rocinha. Mostrar que realmente “Toda História tem dois lados”. Temos que parar, observar e aprender com esses dois lados, ao invés de julgarmos um lado só, e ficarmos apenas batendo naquele outro lado, como se fossem inimigos.

Na verdade, temos que nos ajudar e esse filme tem muito disso, muito da família, muito da ajuda, mostrando esses dois lados. Tanto o lado da felicidade da comunidade, quanto a tristeza que ronda aquele lugar. Meu personagem é o “Fininho”, um cara de classe média alta, inconsequente, e que sempre seguiu a vida pelo lado do crime. Ele é ladrão, é “ 157” e acabou se envolvendo no mundo do crime e das drogas, é isso o que posso adiantar. Fininho apesar de ter privilégios opta por levar a vida como sempre quis. Existe uma grande trama por trás do personagem, mas ainda não posso contar tudo… (risos).

Em 2004, iniciou sua carreira na produção cinematográfica com o filme “Xuxa e o Tesouro da cidade perdida”, estrelando a apresentadora Xuxa Meneghel

O que o Hermes da série “Impuros” da Fox Premium representa para você?

Peter: O Hermes para mim também faz parte de uma realidade em que vivemos. É um cara humilde, que entra no exército para conquistar seu espaço, mas acaba se envolvendo com um amigo e logo desvia seu foco. Hermes também traz muito da realidade das pessoas, que entram no exército com um objetivo e acabam entrando em “outro mundo”.

Seu maior destaque foi em 2012, sendo o MC Pilha, em Malhação. Qual foi a importância deste personagem na sua carreira?

Peter: O Pilha, acredito que teve um grande destaque, foi para mim um divisor de águas, pois estava afastado de televisão, de filme, então, voltei com garra e muito amor. Conseguimos fazer um trabalho muito bonito junto com meus diretores e equipe. Conversei com eles e sugeri que o Pilha poderia ser um Mc. Com isso, consegui trazer duas músicas para dentro da novela, junto com dois amores da minha vida que foi o Mr Catra e o Mc Pingo, hoje ambos não estão mais aqui do nosso lado, então deixo aqui em especial o meu agradecimento ao Catra, ao Pingo e as famílias, por tudo que eles fizeram por mim, deixo aqui minha eterna gratidão. O Pilha foi uma maravilha que aconteceu na minha vida, tinha acabado de completar 18 anos e no dia do meu aniversario, 25 de maio, recebi esse presente. O personagem foi de suma importância na minha carreira, claro, os outros personagens também foram importantes pra mim, mas o Pilha foi realmente um divisor de águas.

Atualmente está gravando o filme “Rocinha – Toda história tem dois lados”, da diretora Rayssa Castro, e atua como Hermes, personagem da série “Impuros”, da Fox Premium

Além de ator, a área musical também faz parte da sua vida. Como nasceu este amor pela carreira? Existe algum projeto musical para o futuro?

Peter: Muito legal falar sobre isso, porque entrei na TV cantando. Tinha 4 anos de idade quando fiz um quadro que na época era piloto, não me lembro se foi ao ar. Era período de testes de programas. Entrei cantando “Liberdade para dentro da cabeça”, que fazia parte do quadro “Cantando no chuveiro” no programa Gente Inocente. Dali perceberam algo em mim e fui contratado direto para fazer parte do Casting da Globo, e lá permaneci até meus 15/16 anos de idade. Foi quando decidi dar uma pausa para estudar e fazer outras coisas. Acabei virando jogador de futebol, tive uma passagem pelo Flamengo, Vasco e o Resende Futebol Clube, no qual ia me profissionalizar, mas a vida me “puxou” para a televisão e o cinema de volta.

A música sempre esteve presente em tudo na minha vida, fiz uma música com Umberto Tavares, onde conseguimos leva lá ao Mc Realeza e Rogerinho Vaz. Depois também criei minha empresa que se chama Barão Records, sou sócio das empresas Jurassic Records e da Torrie Films que é focada em audiovisual. Meu lado da música sempre foi muito aflorado, continuo cantando tenho músicas para lançar agora pela GR6 com Mc Bó do Catarina, tem outra música que estou planejando com Mc Nego Blue. Também Tenho um projeto com minha esposa Sula Ferreira que vai ser lançado pela Sony. Enfim, tenho vários projetos com previsão de sair em breve, então peço que a galera fique ligada nos canais da Barão Records, Jurassic Records, Torrie Filmes e também nas minhas redes sociais, @PeterBrandaoficial onde eu e minha equipe estaremos sempre postando lançamentos e trabalhos.

Em sua trajetória musical, Peter Brandão também começou cedo. No início de sua carreira, subia aos palcos do Rio Water Planet, onde se divertia ao apresentar números de Funk e Hip Hop

Sendo fundador do Barão Records. Nos conte um pouco sobre este projeto.

Peter: A Barão Records surgiu com uma galera da minha rua, uma galera que tem força de vontade para vencer na vida. Criamos a Barão Records há mais ou menos 6 anos e graças a Deus, estamos conseguindo caminhar cada vez mais, já montamos o nosso estúdio. Estamos trabalhando para nossos projetos chegarem da melhor forma, qualidade e amor até vocês. A Barão Records é isso, do Rap ao Funk, ela veio para ficar e a gente não vai parar. Ela significa para nós amor, atitude e força de vontade.

Após seu sonho de se tornar jogador de futebol, você acabou percebendo que queria mesmo era estar nos palcos, tv e na música. Que tipo de dica você daria para o público seguir os próprios sonhos?

Peter: Minha dica é: “tapar os ouvidos e focar no que você quer para tua vida”. Por muitas vezes pedimos orientações para alguém que nunca passou a mesma situação que nós e acabamos por ouvir milhares de palavras desmotivadoras. As vezes você tem ideias maravilhosas e acaba por desistir. Então ouça mais você, ouça sua intuição e seu coração, tenha sempre amor pelo que você faz que Deus vai te honrar na hora certa.

Dentre seus grandes sucessos como cantor estão: “Beija-me e Não Sei Valer” com Sula Ferreira, “Fé pra Tudo” com Fróes, Yuri Rosa e Villeroy, “Gosta Muito” de seu personagem MC Pilha e “A Aposta Continua” com Faruck Barem e Luccas Carlos

Deixe uma mensagem.

Peter: Esse é meu recado para galera, mantenham os pés no chão, tenham humildade, porque ninguém é mais do que ninguém. Todos trabalhamos, cada um dentro do teu “nicho”, mas faça sempre o melhor e não desista. Eu ainda estou em busca dos meus objetivos, tenho que trabalhar e estudar muito ainda. Então, estude, siga sua intuição e creia sempre em Deus que Ele vai te honrar. É isso ai família, um grande beijo no coração de todos.