Conheça o romance “hot” que virou febre no Wattpad

Em um estilo de comédia romântica picante, o livro “Casa Comigo?”, da autora Valéria Veiga, já rendeu mais de 350 mil leituras online, incluindo downloads na Amazon. Com uma vibe de 50 tons de cinza, a história é narrada em primeira pessoa pelos personagens principais, sendo alguns capítulos por Aby Williams e outros por Dan Stanford, mostrando a visão de cada um sobre o desenrolar dos acontecimentos.

A escritora convida as leitoras a embarcarem nessa narrativa que enaltece as surpresas da vida e mostra que as pessoas podem, sim, mudar de comportamento e atitudes por amor. Assim como suas leitoras, essa carioca romântica e divertida também deseja ver seus livros um dia adaptados para o cinema. Nada parece ser impossível para essa determinada brasileira que sonha, literalmente, bem pertinho de Hollywood.

Moradora atual de São Francisco, Estados Unidos, a mesma começou o projeto em meio à pandemia do novo coronavírus e foi divulgando partes da escrita no Wattpad, com direito à interação da autora com os leitores. Diante do sucesso no mundo digital, a autora agora lança a versão impressa do título.

Olá, tudo bem? Seu romance já rendeu mais de 350 mil leituras on-line. Quando começou a escrevê-lo, imaginava ter um alcance tão grande assim?

Valéria: Oi, tudo bem! Escrevi para passar o tempo durante a quarentena por conta do Coronavírus. Me divertia escrevendo o livro, sem roteiro e deixando os personagens me guiarem. Antes desse livro, só tinha escrito minha autobiografia “Sem Fim”, então não tinha ideia de que teria todo esse alcance.

O livro “Casa Comigo?” tem uma vibe “50 Tons de Cinza”. Quando o escreveu, teve algum tipo de inspiração na obra de E. L. James?

Valéria: Eu amo a E. L. James e com certeza ela abriu o mercado para os livros eróticos, hoje conhecidos como romances hot. Não pensei em nenhum momento no livro do Grey, que confesso, sou fã de carteirinha. Acho que se fosse dizer uma escritora que me inspira, seria a Carina Rissi, que escreve comédias românticas. Talvez meu livro seja um pouco das duas, por isso é uma comédia romântica hot.

Sinopse: Aby vive em São Francisco, na Califórnia, trabalha em um bar quase todas as noites e divide um apartamento com sua amiga Emilly, que trabalha numa loja do shopping. Sua vida muda quando Dan entra uma noite no bar que ela trabalha e lhe faz uma proposta inusitada. Uma comédia romântica com um tempero hot que vai te fazer rir alto, torcer pelos personagens e ficar com raiva em alguns momentos; tudo isso em um livro só. 

A literatura erótica tem ganhado espaço atualmente. Sua obra pode ser considerada como uma dessas inspirações para futuras escritoras?

Valéria: Não penso muito nisso e ainda me assusto quando as pessoas me escrevem dizendo que se inspiram em mim, porque tudo têm acontecido numa velocidade muito grande. Escrevi o meu primeiro livro em dezembro de 2019, e agora em outubro de 2020, já são 12 livros. 

Como tem sido a recepção do público com o romance? 

Valéria: Enquanto o livro estava na plataforma do Wattpad, recebia cerca de 1000 comentários e mensagens diárias dos leitores dizendo que amavam o livro, que não conseguiram parar de ler. E os que liam na madrugada, diziam que acordavam a rua toda rindo alto com os diálogos e outras que precisavam ligar o ar condicionado nas cenas hot. O livro tem uma pegada hot, mas a protagonista Aby e sua melhor amiga, Emily, a queridinha dos leitores, são muito engraçadas. Todos os dias recebo muitas mensagens no meu Instagram dos leitores da Amazon, e agora dos que compraram meu livro físico dizendo que são apaixonados pelo casal Dan e Aby.

Você lançou o livro “Sem Fim – A história real de Felipe e Juliana” e agora “Casa Comigo?”. Existe mais alguma meta de lançamento para este ano?

Valéria: Sim. Vou lançar agora em dezembro o livro físico Doce Perigo, o primeiro da série Doce Perigo que já tem quatro livros na Amazon Kindle com mais de 400k de leituras online.

 Para os leitores que não conhecem a autora, quem é Valéria Veiga?

Valéria: Sou exatamente a personagem Juliana, da minha série autobiográfica Sem Fim, onde abri meu coração e a minha vida para os leitores. Sou uma pessoa simples, feliz, que escreve por amor e que chora com cada mensagem que recebo dos leitores. Moro em San Francisco, nos Estados Unidos, cenário do meu livro Casa Comigo. Uma palavra que me definiria seria “determinada”.

Defina Abigail Williams em uma palavra.

Valéria: Persistente

Defina Daniel Stanford em uma palavra.

Valéria: Único 

Agora, defina o livro “Casa Comigo?” em uma palavra.

Valéria: Surpreendente

Em um mini spoiler, nos diga um pequeno trecho que mais te chama atenção e qual o significado dele para você.

Valéria: “Tinha dias que ele ficava calado e não me ligava, e no outro era todo carinhoso. Ele parecia ter medo de gostar de mim”. Nesse trecho da Abby está começando a conhecer melhor o Daniel. Não fiz um personagem perfeito do início ao fim. O Daniel tem seus altos e baixos, seus erros e acertos, é fofo em um capítulo e arrogante no outro, tem atitudes nobres e crises de ciúme desnecessárias. Assim como a Aby que têm momentos de maturidade e outros em que se mostra muito insegura. 

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Valéria: Obrigada pelo bate-papo e pela oportunidade de conhecer os leitores do seu blog. O que mais amo em ser escritora, é esse contato que tenho diariamente com todos que estão lendo os meus livros.

Rafa Cabral integra o elenco de ‘João e Maria – O Musical’

Rafa Cabral é atriz e cantora mirim. Participou do espetáculo de natal ‘A Christmas Carol’, com direção de Fernanda Chamma, que ficou em cartaz no Teatro Renault no final de 2019. Interpretou a Galinha na montagem do espetáculo ‘Os Saltimbancos’, da Five School of Arts.

Atualmente ela integra o espetáculo ‘João e Maria – O Musical’, uma adaptação musical do clássico dos irmãos Grimm, com músicas inéditas de Fred Silveira e texto de Daniela Stirbulov. Na trama, um casal de irmãos se perde no meio de uma floresta e buscam abrigo na casa feita de doces, e os dois devem se unir para tentar fugir da bruxa que habita o local.

Uma curiosidade é que em um espetáculo que fala de companheirismo e uma amizade linda entre dois irmãos, Rafa dividirá os palcos com seu irmão, Fran Cabral, que irá interpretar João, compartilhando um momento muito especial de suas carreiras. A peça ficará em cartaz no Teatro-D, em um formato diferenciado, se adequando aos protocolos de saúde. As sessões são de sábado e domingo, às 16 horas, até 08 de novembro.

Olá, tudo bem? Você participa do espetáculo “João e Maria – O Musical”, juntamente com seu irmão Fran Cabral. Qual o sentimento de dividir o palco com ele?

Rafa: Acho muito legal atuar com meu irmão, porque gosto muito de ver ele no palco evoluindo cada vez mais na carreira artística!

Como tem sido fazer uma apresentação neste formato diferenciado por conta da pandemia?

Rafa: Bom, não é como antes que a gente podia se abraçar, tocar nas pessoas, mas como a gente gosta e quer muito, consegue fazer uma peça muito boa sem essas coisas. A gente consegue fazer uma peça mostrando os sentimentos e o que tá acontecendo no nosso olhar, também tem o caso da máscara, por isso a gente tem que falar bem mais alto do que o normal.

Porque escolheu a área artista?

Rafa: Fui muito influenciada pelo meu irmão, o via atuando e interpretando, acabei me apaixonando. Até hoje, toda vez que subo no palco, me sinto bem e alegre.

Conte um pouco pra gente, quem é Rafa Cabral?

Rafa: Bom, no começo era bem tímida, mas agora me solto, canto, danço e atuo bem. Gosto muito do que faço.

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Rafa: Sigam os seus sonhos, porque Deus não te daria um sonho que fosse impossível de se realizar!

Carlos Reis aposta em pop rock e sentimentalismo em EP de estreia

O pop rock, a paixão e a religiosidade se encontram no EP de estreia do cantor e compositor Carlos Reis. “É Preciso Aceitar” conta com cinco faixas e já está disponível em todas as plataformas de streaming. O repertório inclui as canções “Uma Nova Chance”; “Como Lindo Sonho”; “Moça Bonita” e “A Primeira Vista”, além da faixa-título “É Preciso Aceitar”.  Na ocasião, Carlos é sentimentalista enquanto traz nuances acústicas e retrata paixões e fragilidades pessoais. Assim, todas as canções integram uma única narrativa. 

Olá, tudo bem? Você acaba de lançar o EP “É Preciso Aceitar” que conta com cinco faixas. Como tem sido a sensação de estreia?

Carlos: Oi! Está tudo bem sim E MUITO obrigado pelo convite. Fiquei lisonjeado pelas perguntas. É uma sensação muito boa, mas ao mesmo tempo tensa (risos). Fico na expectativa sobre o retorno do público. Espero que gostem. Mas estou bem confiante, já que o que importa é divulgar o meu trabalho autoral e as críticas fazem parte da nossa vida.

Seu intuito é o de mostrar a sensibilidade no cotidiano. Como suas músicas podem contribuir para esse sentimento?

Carlos: Acredito que todos somos movidos por emoções e algumas vezes, somos até reféns das mesmas. Acredito que as músicas podem ajudar a resgatar a pureza de se apaixonar e reviver as sensações antigas da adolescência. Hoje, infelizmente, muitas letras de sucessos falam muito em cerveja, cigarro, festa, sexo. E assim, passam um falso status de felicidade. Tenho certeza que tudo isso não traz a felicidade verdadeira. Por isso, retrato a vida de outra forma. 

Como tem sido a aceitação do público com a música?

Carlos: As músicas estão sendo muito bem aceitas. Fiquei surpreso com os feedbacks positivos. As pessoas estão se identificando com as letras, que por sinal tem uma linguagem simples, direta e pura.

Além do EP, existe mais algum plano para os próximos meses?

Carlos:  Sim, estou com data  de lançamento marcada para o meu segundo EP, intitulado “Incompleto”. Serão músicas: IncompletoAmigo,  Que Pena Amor Assassino. Além disso, dia 16 de dezembro, no palco do SHOWLIVRE.COM,  irei apresentar o meu projeto autoral completo e ao vivo.

Como foi a criação deste EP?

Carlos: A criação desse primeiro EP foi muito difícil, já que tenho muitas músicas escritas. Tive que fazer uma seleção para poder gravar. Queria arranjar uma pessoa que pudesse cantar as minhas músicas, mas não encontrei. Por isso, eu mesmo decidi cantar. Logo em seguida, sofri três golpes de supostos produtores musicais da minha região. Perdi tempo, dinheiro e saúde mental. Foi uma grande decepção. Mas ainda assim, segui forte e lutei pelo meu sonho. 

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Carlos:  “O amor vai, sempre esta lá mesmo que eu não queira aceitar”. Essa é a parte do refrão da música de trabalho do segundo EP “Incompleto” –  onde deixo bem claro que a qualquer momento podemos nos apaixonar ou passar por uma situação que não vamos ter controle. Mas isso é do ser humano, nós não nascemos para viver sozinhos no mundo, precisamos de algo, de alguém que possa preencher as lacunas do nosso lado sentimental.

Cantor Lih fala sobre experiência de lançar série no Instagram sobre novo EP

O cantor Lih lançará seu primeiro álbum OIT8 em 6 de novembro, e enquanto isso não acontece, o artista vem trazendo uma série de vídeos em seu Instagram oficial para apresentar o processo de criação e finalização do novo projeto. Os vídeos têm aproximadamente dois minutos e neles, os fãs também encontram histórias sobre as composições das faixas, escolhas de instrumentos e muito mais. Além disso, junto com o vídeo é disponibilizado um link temporário para escutar uma das faixas do álbum.

Oi, tudo bem? Você está prestes a lançar seu primeiro álbum no próximo mês. Como está sendo o processo de criação?

Lih: As canções presentes no álbum OIT8 foram compostas nos últimos oito anos e refletem minhas experiências como cantor e compositor querendo seguir um sonho e viver para a música. A produção artística ficou por conta do Mabe e nossos encontros começaram em fevereiro, em seu estúdio, na Zona Norte de São Paulo. Com a chegada da pandemia, fui para Alagoas e o Mabe ficou em São Paulo, mas continuamos a produção pela internet. Nos falamos bastante por WhatsApp, trocando referências, escolhendo timbres de instrumentos e definindo a lista final de canções. A partir de agosto, voltamos a nos reunir presencialmente para gravar as vozes e finalizar o projeto, que ficou pronto exatamente oito meses depois do início.

Sobre criar uma série de vídeos no Instagram apresentando o processo de criação e finalização do novo projeto. De onde surgiu essa ideia?

Lih: Contei com o apoio do Marcos Bohrer e da Camila Choqueta, da Angorá, que me incentivaram a “botar a cara” nas redes sociais. Sempre fui mais reservado, mas o Marcos sugeriu que aproveitasse o espaço para contar um pouco sobre a motivação de cada composição e também sobre o processo de criação do álbum. Achei a ideia super legal e me senti confortável falando sobre algo que gosto muito, me parece natural.

Nos vídeos apresentados, os fãs também vão encontrar as histórias sobre as composições das faixas. Poderia nos dar um spoiler sobre alguma dessas histórias?

Lih: Cada episódio fala sobre uma das faixas do álbum e os dois últimos que virão nas próximas semanas são muito legais. As duas canções que fecham OIT8 foram as últimas a serem feitas e têm as letras mais provocativas. Segunda-feira fala sobre procrastinação e foi feita em um clássico momento no qual eu deveria estar fazendo outra coisa que não música. Ela também é especial, porque conta com um poema do meu irmão.

Como tem sido a recepção dos fãs com essa interação que também conta com um link temporário para escutar uma das faixas do álbum?

Lih: Estou muito feliz com as respostas à série, mas principalmente com os diálogos que essas conversas têm possibilitado sobre os temas que decidi abordar no álbum. Muitas pessoas estão se identificando com o que falo nas letras, e as descrições encontradas nos vídeos facilitam ainda mais o entendimento.

Para que o público conheça um mais sobre Lih, nos conte um pouco sobre você.

Lih: Me chamo Henrique Leahy. Nasci e cresci em Maceió, Alagoas, e atualmente vivo em São Paulo. A música sempre fez parte da minha vida como uma grande paixão. Não sou filho, nem neto de músicos, mas minhas memórias afetivas estão muito ligadas ao cantar. As canções têm um poder incrível sobre mim e me vejo arrebatado por elas constantemente. Comecei a tocar violão somente aos 19 anos e a partir daí comecei a compor canções mais completas. De 2009 a 2013 liderei a banda Betamax, que fez bastante sucesso em Alagoas e tem um álbum lançado. A partir de 2014 decidi seguir carreira solo, tocando e gravando minhas canções. Foi apenas esse ano que consegui gravar meu primeiro álbum solo e quando também decidi mudar meu nome artístico para não confundir meus dois projetos musicais. Lih é o cara que faz as canções autobiográficas em português. Henrique Leahy é o compositor de baladas em inglês. Os dois estão no Spotify!

Quais são suas expectativas para o lançamento do primeiro álbum?

Lih: Muito ansioso, mas com a sensação de dever cumprido. Estou muito orgulhoso do resultado que alcançamos com OIT8 e, pela resposta do público até agora, tenho certeza que esse álbum vai reverberar bastante por aí.

Além deste, existe algum plano para o futuro?

Lih: Espero poder apresentar o álbum ao vivo pelo Brasil. Mais a curto prazo, pretendo gravar um show completo com essas e outras canções que fazem parte da minha vida.

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Lih: Acompanhem a série FAZENDO MEU PRIMEIRO ÁLBUM no IGTV e, no dia 6 de novembro, OIT8 estará em todas as plataformas digitais. Valeu!

Sinatrinha esbanja fofura em entrevista sobre um ano de participação no programa Hora do Faro

Sinatrinha ganhou visibilidade ao ser convidada para cantar no programa Hora do Faro. Na ocasião, a artista tinha apenas 6 anos encantando o apresentador e o público interpretando, ao vivo, o maior sucesso do seu ídolo Frank Sinatra, a música New York, New York.

Hoje a cantora conta com mais de 38 mil de fãs que seguem seu trabalho no Instagram, onde divulga diversos covers de seu ídolo e de outros cantores do gênero. A artista vem ganhando notoriedade no meio artístico em razão do seu gosto musical diferenciado, extremo talento vocal, e muito carisma. Este mês ela comemora um ano da sua primeira apresentação na TV. Expressividade artística e talento fazem dessa artista mirim promissora no mundo das artes.

Olá querida, tudo bem? Você está comemorando seu primeiro ano de carreira. Como se sente por isto?

Sinatrinha: Na verdade, canto desde os 6 anos, mas este mês de outubro estou comemorando 1 ano que me apresentei na TV pela primeira vez!

Como foi para você ser convidada para o programa Hora do Faro e agora contar com mais de 38 mil fãs?

Sinatrinha: Foi uma honra receber o convite e ter a oportunidade de me apresentar no palco pela primeira vez já em rede nacional. De lá pra cá as minhas redes sociais vêm crescendo dia após dia e me sinto muito feliz por este reconhecimento do público.

Além de cantar, o que mais gosta de fazer?

Sinatrinha: Gosto muito de tocar piano e de sapatear, além disso gosto muito de brincar com minhas amigas.

Por que escolheu Frank Sinatra como seu ídolo?

Sinatrinha: Escolhi por força do acaso. Aprendi a primeira música dele na escola, véspera de Natal. Cheguei em casa e perguntei para a minha mãe de quem era aquela voz e ele me mostrou outras músicas dele. Comecei a cantar e não parei mais.

Como surgiu o amor pela música?

Sinatrinha: Frequento teatro e shows infantis desde bebê, então de alguma forma sempre tive contato com o mundo das artes. Mas foi na escola que conheci a primeira música de Frank Sinatra e senti vontade de cantar mais e mais.

Fale um pouco para o público quem é a Sinatrinha?

Sinatrinha: Bom, sou uma criança de 7 anos que ama estudar, cantar e me divertir como todas as outras crianças. Sinto que tenho um atributo especial e estudo para desenvolver as minhas habilidades, mas nada que outra criança não possa fazer, treinando e estudando assim como faço. Então, me sinto exatamente igual as outras crianças.

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Sinatrinha: Gostaria de agradecer a Andrezza Barros pela entrevista e também agradecer a todos que acompanham o meu trabalho. Gostaria de dizer que estou estudando bastante para em breve, trazer novidades para o público. Um beijo da Sinatrinha!

Isa Buzzi lança “Vem Correr Atrás”, single inspirado em história própria

Isa Buzzi acabou de lançar seu mais novo single, intitulado de “Vem Correr Atrás”, com um estilo pop urbano, já estando disponível em todas as plataformas digitais. A artista que entrou na aula de canto com 7 anos para tentar tirar a timidez, desde então se apaixonou pela música e iniciou também em aulas de violão, teclado e na sequencia também se aventurou no piano clássico, no Observatório de Piano Clássico.

Olá, tudo bem? Você lançou tem poucos dias a música “Vem Correr Atrás” e essa canção é inspirada numa história própria. Conte aos leitores um pouco sobre o que é essa melodia.

Isa: “Vem correr atrás” é inspirada em uma história que realmente aconteceu na minha vida, uma desilusão amorosa que virou melodia. Após conhecer uma pessoa que acreditava ser especial, acabei me apaixonando. Por conta da distância não conseguia ver essa pessoa e as coisas foram esfriando, até que um dia ele sumiu da minha vida. Tomada pela angústia decidi colocar tudo no papel, e a música que já tinha um início acabou ganhando um refrão, uma decepção amorosa que agora pode servir de inspiração e empoderamento a quem a ouve.

Como tem sido a aceitação do público com o single?

Isa: Tem sido incrível, tenho recebido diversas mensagens de pessoas se identificando com a letra, pessoas dizendo que passaram pela mesma situação. Os números crescem cada dia mais e estou extremamente grata a cada um que ouviu a música.

Para quem não a conhece ainda, nos conte um pouco sobre quem é Isa Buzzi.

Isa: Acho que se pudesse contar um pouco sobre mim, diria que sou extremamente apaixonada por música, escolhi o que faço, pois amo muito tudo isso. Desde os 7 anos de idade, sempre tive uma certeza muito grande que minha missão aqui é cantar e compor. Sou extremamente grata a minha profissão e mais grata ainda ao público que me acompanha.

Você iniciou em 2018 um canal no YouTube postando covers, mas acabou descobrindo paixão pela composição. Qual a importância para você sobre compor?

Isa: Pra mim, a importância de escrever é poder passar pras pessoas exatamente quem sou. Poder contar histórias, poder despertar dentro delas o mesmo sentimento que existe dentro de mim, e assim poder conectar o meu público a minha essência.

Além de “Vem Correr Atrás”, existe algum plano para os próximos meses?

Isa: Existe sim. Estou bem animada com os projetos novos, a meta pro ano que vem é manter uma constância de lançamentos a partir de janeiro, ganhar cada vez mais espaço no âmbito pop nacional, e principalmente, estou na torcida pra essa situação passar e poder voltar aos palcos.

Deixe uma mensagem.

Isa: Queria agradecer pela nossa entrevista, agradecer a minha equipe, familiares, e principalmente a todos que acompanham meu trabalho. Estou extremamente grata com o lançamento de “Vem correr atrás” e espero de coração que vocês também gostem dessa música que foi feita com tanto carinho.

Bruno Sapo, personal trainer, passa a treinar online mais de 100 alunos por semana

Especialista em Treinamento Desportivo, mestre em Gerenciamento Esportivo pela Lindenwood University, em Missouri nos EUA, instrutor de CrossFit, personal trainer e comentarista esportivo, Bruno Sapo é um dos pioneiros do treino funcional e de intensidade.

Com a pandemia, diversos profissionais tiveram que investir ainda mais em serviços online para driblar a crise. Bruno ampliou o seu TDS (Treino do Sapo)e passou a atender mais de 100 pessoas por semana, se tornando uma academia completa, mas sem o espaço físico da academia.

Olá, tudo bem? Como tem feito para atender mais de 100 pessoas por semana sem perder a qualidade de treino ?

Bruno: Tudo bom e por aí? Esse é um dos maiores desafios, pois além de passar os treinos e dar aulas, eu gosto de saber da vida de todo mundo. Para os alunos que fazem os treinos ao vivo, sempre antes e no final procuro conversar, saber como foi o treino, se renderam o esperado, por que sim ou por que não. Também os estimulo a me darem Feedback da vida e da rotina deles, para que possa adaptar o treino da melhor forma ao momento atual de cada um ou com que possa fazer eles entenderem os motivos aos quais não foram bem em determinado treino.

Tal forma de treino on-line pode ser levado também no pós pandemia?

Bruno: Com certeza. No auge da quarentena e isolamento, era a única opção. Agora, mesmo com a flexibilização, as pessoas viram os benefícios de treinarem em casa de forma orientada e como isso pode trazer benefícios. Muitos até iam pra academia, mas faltavam mais do que treinavam. Isso também não impede que exista um híbrido desses dois mundos: já tenho clientes que fazem as aulas ao vivo 3x por semana e me pedem para programar as séries da academia nos outros dias.

Por que é tão necessário se ter um profissional auxiliando no treino?

Bruno: O treinamento bem orientado por profissionais de educação física é a forma mais rápida, segura e eficaz das pessoas alcançarem suas metas. Um profissional vai saber orientar não somente a forma e técnica correta para os exercícios (segurança), como também vai saber os melhores métodos e protocolos para os mais diferentes objetivos (eficiência). Além de manejar as outras variáveis do treino, como volume, intensidade e carga, que são imprescindíveis para um bom resultado.

Quais são os treinos mais comuns que você tem realizado com seus alunos?

Bruno: Para os alunos que treinam em casa, exercícios com peso corporal. Pra eles também, procuro periodizar progressões para os exercícios aos quais eles sentem mais dificuldade, por exemplo a flexão de cotovelos. Procuro variar bastante entre treinos contínuo, intervalados e suas intensidades. Pra quem tem uma academia em casa, ou acesso a uma, varia do objetivo de cada pessoa, no entanto alguns exercícios raramente ficam de fora, tais como agachamento, supino, remada e levantamento terra.

Para os leitores que não conhecem, quem é Bruno Sapo?

Bruno: Preto, Profissional de Ed. Física, antirracista, workaholic, comentarista, empreendedor, anti-machista, ex-atleta de futebol americano, produtor de conteúdo e nerd.

Deixe uma mensagem ao público.

Bruno: Mais do que “o que é melhor comer?”, “o que é melhor fazer?” e “o que suplementar?”, o verdadeiro “segredo” é consistência de treino e de alimentação. Não é um brócolis que emagrece ou um hambúrguer que engorda. Um agachamento que deixa forte ou um alongamento que te deixa flexível. É a repetição até que se torne hábito que traz o resultado.

Quanto mais repetirmos uma rotina mais saudável, menor chance temos de ficarmos doentes, maior chance de aumentarmos nossa qualidade de vida e de alcançarmos nossos objetivos. Acredite no processo e confie nos profissionais que você escolheu para te auxiliar

Conheça a banda Incêndio que acaba de lançar single de contraste melancólico e visceral

A banda Incêndio acaba de lançar seu mais novo trabalho “Novas Sensações”. Contando com um clipe, o mesmo sofre influências do filme Avatar, Rituais com medicinas Xamânicas e até o clipe Bang do cantor Tiago Iorc. A temática do vídeo introduz o relacionamento de um casal de forma artística e visceral, tudo ilustrado apenas com as emoções dos dois, boas e ruins. A narrativa da letra composta com as cenas do casal trazem outro sentido a música.

Olá, tudo bem? Vocês acabam de lançar a música “Novas Sensações”, que conta com um clipe incrível e uma pegada post-hardcore. Conte aos leitores um pouco sobre o que é essa melodia?

Guilherme: Salve Andrezza, tudo certo. Quando estávamos começando a escrever os sons novos, quis trazer pro ouvinte algo que ele pudesse interagir. “Experimente a sensação ao respirar e inspirar novas sensações”, faz com que ele prenda a atenção no que to dizendo.

A letra mescla um quê sexual com um bem estar da mente saca ? O ápice de estar bem consigo mesmo, ou com quem está contigo. Assistindo o clipe você entende isso logo de cara.

Sobre o subgênero do rock que fazemos, não nos enfaixamos com nada, mas seria uma variação do metalcore/hardcore, com mais passagens melódicas e vocal limpo. 

Como tem sido a aceitação do público para o single?

Guilherme: A aceitação tá massa demais, muita gente compartilhando. Não estamos dando conta de compartilhar todo mundo, afinal o lançamento foi ontem. Para segundo dia, que é quando estou falando contigo, está muito bem, vamos acompanhar os próximos dias que são cruciais aí pro lançamento.

Para quem não conhece a banda Incêndio, nos fale um pouco sobre vocês.

Guilherme: Somos uma banda de Rock/Hardcore/Metal e nada disso ao mesmo tempo. Temos uma energia foda no palco, nem vou economizar elogio pro nosso show pra parecer humilde tá? A gente é foda mesmo (risos). Isso somado a um monte de mensagem positiva pra tatuar no corpo.

A gente rala pra caralho, faz troca de show, trás uma pá de banda legal pra Indaiatuba, nossa cidade, e acaba conhecendo vários picos fora também por causa dessas parcerias. Ano passado fizemos uma turnê de 42 shows durante o ano, tudo na base da amizade. No mais, pra quem vai ler a entrevista. Curte um rock pesado ? Um Emo choroso? Metal com breakdown? Cola, cê vai curtir. E quando tiver show na sua cidade encosta também, tenho certeza que será maior festa.

Além de “Novas Sensações”, existe algum plano para este final de ano? Nossas produções, lives?

Guilherme: Temos sim, agora que o Pedro (@pedroviana.7) está na banda, temos a facilidade de lançar mais conteúdo em menos tempo, porque ele trabalha como produtor musical. Já tem Novas Sensações versão acústica também. Ops, spoiler! Daqui até dezembro, gostaria muito que lancemos pelo menos um som novo.

Quais são as maiores inspirações da banda ? 

Guilherme: Cara, vou citar meus amigos e bandas Br que considero como inspiração pro que a gente tá fazendo: Black Days, Emmercia, Pense, Cefa, Bullet Bane e Hutal (aqui de Indaiatuba, escuta esses caras). E a gente adora um Bring me the Horizon, vou citar essa pra poderem falar que a gente paga pau pra gringo. 


E as metas a longo prazo?

Guilherme: Vender o máximo de camisetas que a gente conseguir serve ? (risos) Brincadeira, mais ou menos, temos nossa marca de roupas que sempre está atrelada aos lançamentos e campanhas da banda, queremos que essa marca cresça, e possa financiar ainda mais e melhor nossos trabalhos futuros!

Queremos lançar clipe até na lua miga, o céu é o limite pra nós. Agora se a pergunta era pra ter resposta como “data de um ep”, isso a gente já não tem previsão, e na real estamos bem com isso. Vamos lançar som a som por hora, até descobrir essa nova personalidade musical que estamos desenvolvendo.

Deixe uma mensagem.

Guilherme: Gratidão demais pelo convite pra essa entrevista, adorei poder falar um pouco mais do nosso trabalho e desta fase que está começando. Pra quem curtiu a entrevista, sugiro que siga @incendioficial no Instagram e ouça “Novas Sensações” na sua plataforma favorita. Beijos.