Labanca se prepara para lançar segundo álbum

A cantora mineira Maíra Labanca, conhecida como Labanca, está finalizando a produção do seu segundo álbum, intitulado ID. O trabalho, viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, vai trazer 10 canções autorais e conta com a produção de U.Got, produtor responsável pelo álbum de lançamento de Cleo Pires e idealizador e apresentador do programa Música na Mochila, do Canal BIS.

Olá Labanca, tudo bem? Você está finalizando a produção do seu segundo álbum, intitulado “ID”. Como está sendo o processo? Quais são suas expectativas para o lançamento?

Labanca: Costumo ter processos demorados, principalmente em trabalhos autorais. Tenho experimentado sonoridades e escrito composições que espelhem o que eu sou e isso é um desafio. O desafio de se encontrar.

O álbum tem 10 canções autorais. O que já pode nos adiantar sobre os novos singles?

Labanca: Posso adiantar que vão de temas variados desde canções sobre uma balada à canções de um coração partido. Minha visão sobre o que vivi nos últimos dois anos.

 Como é trabalhar com U.Got como produtor ?

Labanca: Tem sido muito bom. Ele embarca junto com o artista no autoconhecimento pessoal e musical para conseguirmos extrair uma obra o mais fiel possível com a minha identidade.

Para quem não a conhece, quem é Maíra Labanca?

Labanca: Brinco que sou uma atriz que canta. Comecei no teatro muito nova e a música veio como uma consequência natural. Gosto de trabalhar com todas as expressões da arte e a música é uma delas.

De onde surgiu o amor pela música?

Labanca: Desde pequena, ouvia muita música, e ela sempre foi um lugar de refúgio para mim e continua sendo.

 Além do álbum, existe algum projeto para o futuro?

Labanca: Espero lançar algo de áudio visual junto com o álbum.

Algo que normalmente pergunto em minhas entrevista é: Em sua visão, como tem sido viver em uma pandemia? E qual sua mensagem de positividade sobre esse momento?

Labanca: Para mim tem sido um processo de me conhecer ainda mais e de aprender a me fazer uma boa companhia.

Deixe uma mensagem para o público.

Labanca: Estou prometendo esse álbum há um bom tempo, já estava atrasada, com a pandemia vamos atrasar além do programado, mas saibam que está sendo feito com amor.

Dennis se aproxima mais do eletrônico com novo álbum “Dennis & Friends”

O maior produtor e DJ de funk do mundo mostra sua versatilidade, qualidade e habilidade em fazer sucessos com seu novo álbum “Dennis & Friends”, em que traz 10 faixas, entre inéditas e releituras, focadas no eletrônico. Um dos destaques é a faixa foco “Namastê”, com Alexandre Carlo, do Natiruts, que traz uma vibe positiva e tem tudo para atrair os fãs de uma festa, mas também o ouvinte casual.

Composta por Dennis, Cantini, Thiago Maximino e Allan Santino, “Namastê” pedia a participação de Alexandre, o mensageiro ideal para transformar a letra em sentimento, assim como faz com as músicas do Natiruts, transmitindo paz, positividade e esperança.

O álbum ainda conta com a inédita “Nus Beijar”, com participação de Beowulf e Vitin. Reunindo mais uma vez o trio, Dennis, Cantini (um dos compositores) e Vitin, que também entregou o sucesso “Sou Teu Fã”, que ultrapassa 60 milhões de execuções nas plataformas digitais. Outra música nova do repertório é “Outra Dimensão”, com Fernanda Abreu e Mandragora. Completam as novidades as músicas “Old Game” e “MegaFunk do Momento”, com Jonatas Felipe.

As releituras trazem sucessos da carreira de Dennis, como “Dança da Motinha”, com participação de DANNE; “Isso Que É Vida”, com Cantini; e “É o Mundo”, com Kevin o Chris e Gabe Pereira. Sucesso do início dos anos 2000, “Tô Nem Aí”, com Luka e DANNE, também está no álbum, assim como uma versão inédita, eletrônica, de “A Estrada”, com Toni Garrido e Jetlag.

A capa também é um destaque. Como o álbum se chama “Dennis & Friends”, o artista quis registrar com uma imagem com o seu melhor amigo, o seu filho.

Dennis que é considerado o maior DJ e produtor de funk do mundo, colecionando sucessos que vão desde o início do crescimento do Funk no país com “Cerol na Mão”, “Dança da Motinha” e “Tapinha Não Dói”, até “É o Mundo”, com Kevin o Chris, seu último lançamento antes do novo álbum, passando por “Agora é Tudo Meu”, com Kevinho, que passa de 350 milhões de plays nas plataformas digitais.

Durante a quarentena o artista fez diversas Lives e foi mais de uma vez o assunto mais comentado durante as transmissões do: “Baile do Dennis”; “After do Dennis”; “Paredão do Dennis” e “Dennis das Antigas”. Sempre inovando e sendo solicitado, seja pelo público ou pelos próprios artistas para fazer “after” de suas transmissões, ao todo, neste últimos meses, já alcançou mais de 30 milhões de visualizações em suas Lives, o que lhe rendeu mais de 3.2 milhões de novos seguidores nas redes sociais: Instagram, TikTok, Facebook, Twitter e Youtube.

Bruno Martini convida IZA e Timbaland para “Bend The Knee”, primeiro single de “Original”, seu álbum de estreia

Imediatamente você se depara com o artista e produtor musical da música brasileira mais ouvida na história do Spotify, Bruno Martini, o produtor superstar Timbaland e com a musa da música nacional IZA, dançando sobre a lua. Os três protagonizam o clipe de “Bend the Knee”, primeiro single e o cartão de visitas perfeito das outras 18 músicas de “Original”, o primeiro álbum de sua carreira solo, que Bruno lança em outubro. A música, que entrou nas plataformas à 00 horas (horário de Brasília), já emplacou em playlists de 29 países, como Suécia, Alemanha, Itália, Chile e República Checa. Ouça aqui.

A canção é exatamente o que o clipe dirigido pelo diretor Felipe Sassi apresenta nos segundos iniciais. Arrebatadora, ela não te dá tempo para pensar. E quando você percebe, sofreu nocaute sonoro nos beats de Timbaland, no groove e timbres irreverentes de Bruno e no vocal e participação exuberantes de Iza.

As coisas foram se encaixando por acaso, o Timbaland, a IZA… Tudo aconteceu de maneira perfeita. Trabalhar com o Timbaland é um sonho que realizei. Ele sempre foi uma referência e sou muito fã do seu trabalho, assim como da IZA. Eu sempre muito fã do trabalho dela e de tudo que ela representa, e quando eu fiz essa música com o Timbaland e voltei pro Brasil, eu sabia que tinha que chamar alguém daqui, pra juntar comigo, e a primeira pessoa que pensei foi a IZA, quando mostrei a música e a ideia toda, ela adorou e topou”, conta Bruno.

Sob o vocal de Iza, tornou-se uma disco music com linhas gordas de baixo e groove contagiante. “O Bruno Martini é um artista incrível, que eu gosto muito. Estamos muito orgulhosos com essa música e é muito especial ver esse trabalho nascer. Além disso, tem a parceria com o Timbaland, que admiro demais e que faz parte da minha vida, como referência. A ficha demorou para cair que agora temos uma música juntos e estou ansiosa para saber o que todo mundo vai achar. Foi do fundo do coração para todos os nossos fãs”, disse IZA.

A canção trata de forma leve o empoderamento feminino. Isso fica evidente no delicioso clipe que a acompanha, no qual Bruno é o primeiro homem a ser enviado em missão lunar, mas quando chega ao satélite se depara com a deusa IZA por lá, dona do pedaço bem antes que ele e o âncora de TV Timbaland imaginassem. Assista aqui.

Em sua trajetória, Bruno Martini já lançou mais de 30 singles é dono de inúmeros hits, tanto em português quanto em inglês. Sua faixa de estreia, “Hear me Now”, com o DJ Alok e os vocais de Zeeba, se tornou a faixa feita por brasileiros mais ouvida nos serviços de streaming em toda a história, acumulando mais de 470 milhões de plays e mais de 344 milhões de views de seu clipe.

Entre as dezenas de singles de sucesso, também está a ensolarada “Sun Goes Down” (feat Isadora), hoje com mais de 70 milhões de streams no Spotify e mais de 25 milhões de views de seu clipe; e “Never Let Me Go”, também ao lado de Alok e Zeeba, que soma atualmente mais de 154 milhões de plays no Spotify e possui mais de 62 milhões de visualizações de seu videoclipe.

Hoje com 27 anos, Bruno é hoje um dos grandes nomes da música eletrônica, além de seguir conquistando milhares de fãs mundialmente. Com apresentações marcantes nos maiores festivais do mundo, como o Rock in Rio, o Tomorrowland e o EDC Las Vegas, o artista é uma das principais referências do cenário musical brasileiro.

Com toda essa bagagem, o destino colocou Bruno Martini no caminho do tão famoso quanto celebrado produtor de hip-hop e pop Timbaland. O norte-americano, que assinou obras com Justin Timberlake, Katy Perry e Madonna (para ficar em alguns), se encantou “Living on the Outside”, canção de Bruno, e o chamou para produzirem um som juntos em Los Angeles. Era para ficar um dia e trabalharem uma canção – Bruno retornou ao Brasil 10 dias depois com oito canções, entre elas “Bend the Knee”.

Bruno Martini cresceu numa atmosfera musical. Seu pai, Gino, é um dos integrantes da banda Double You. Por influência do ambiente sonoro, ele começou a tocar violão aos oito anos, formou uma banda de rock no colégio e depois a College 11, junto à parceira de longa data, Mayra, banda que encantou a Disney. O projeto virou seriado e Bruno desenvolveu novas nuances como artista. Na trajetória precoce, sentiu que faltava dar vida à própria voz e lançou carreira solo.

Com formação clássica, o habilidoso produtor Bruno Martini tem o rock n’ roll em suas veias e a música eletrônica em sua alma e funde instrumentalismo bruto com uma produção primorosa para criar um som híbrido sem paralelos. Melodias ensolaradas, combinadas com vocais surpreendentes, letras cheias de significado e ritmos prontos para a pista de dança, culminando em música que é profunda, evocativa e que preenche a alma.

The Wailers lança novo álbum, “One World”

Hoje (21), a icônica e lendária banda The Wailers retorna com seu novo álbum, “One World”, pela Sony Music Latin. O primeiro álbum da banda em mais de 25 anos inclui 14 músicas espetaculares, que levam os ouvintes a uma montanha russa de emoções. “One World” inclui o single mais recente dos Wailers, “One World, One Prayer”, produzido pelo vencedor de 19 prêmios Grammy Emilio Estefan, e escrito em parceria entre ele, Aston Barret Jr e Josh David Barrett. As faixas deste projeto misturam gerações de música reggae, que soam atuais e modernas, enquanto continuam sendo familiares aos fãs.

O álbum também conta com artistas convidados. O Brasil marca presença com a participação especial da banda brasileira Natiruts, que canta em inglês a música “When Love Is Right”, com percussão de Carlinhos Brown.  O disco inclui ainda nomes como Julian Marley, indicado ao Grammy, a estrela em ascensão Emily Estefan, realizando os vocais em “Destiny” e “Good Time”, Kush Gad, com um verso em destaque para “When Love Is Right”, o gaitista de Jazz Urbano Frederic Yonnet, em “When Love Is Right” e “Only in Jamaica”, além de um verso em destaque de Jesse Royal em “Good Tim”.

Sobre o lançamento, Aston Barrett Jr. disse: “A banda está animada e mal pode esperar pelo lançamento.  É um ótimo álbum. Agradecemos a todos que abriram caminho para o nosso futuro. Meu pai, Aston (Familyman) Barrett, tem sido uma grande inspiração e professor, me guiando até este ponto onde pudemos conhecer Emilio Estefan. Agora temos um álbum de primeira classe, do qual todos estamos orgulhosos”.

Ao lado de Bob Marley, os Wailers ajudaram a construir uma das mais bonitas e importantes histórias da música mundial. Para nós , termos sido o artista de reggae escolhido para representar o Brasil nesse projeto é motivo de grande alegria”, conta Alexandre Carlo, vocalista do Natiruts.

Juntamente com o “One World”, os Wailers anunciam hoje o segundo single do álbum, “Philosophy of Life”. Assim como muitas músicas do álbum, o single foi produzido e escrito por Emilio Estefan. O clipe da música será lançado em 18 de setembro.

No início deste ano, o The Wailers lançou o primeiro single, “One World, One Prayer”, uma música poderosa focada em unidade, amor e inclusão além das diferenças culturais. Também produzido e escrito por Emilio Estefan, “One World, One Prayer” mistura reggae jamaicano com os sons do gênero latino urbano. Promovendo o tema da inclusão das culturas, a faixa apresenta o titã internacional Farruko, o astro jamaicano Shaggy e dá continuação ao legado de Bob Marley junto com Cedella Marley e seu filho Skip Marley

Dream Team instrumental, “Shinkansen”, lança novo álbum

A união de grandes músicos brasileiros já é argumento suficiente para se ouvir Shinkansen, projeto formado por Liminha (baixo), Toninho Horta (guitarra), Jaques Morelenbaum (cello) e Marcos Suzano (bateria/percussão). Mas a união de estilos, dos instrumentos, entrega algo novo, digno de atenção e apreciação.

“Com essa formação, esteticamente diferente, com guitarra, baixo, cello, percussão acústica e eletrônica, não buscamos nenhuma referência. Não conheço nenhum grupo parecido. Marcos Suzano com suas experimentações trouxe coisas muito interessantes sonoramente. Como viemos de vertentes diferentes e todos somos compositores, o resultado ficou eclético na medida certa”, explica Liminha sobre o novo álbum que já está disponível em todas as plataformas digitais.

Shinkansen é o nome dado ao trem de altíssima velocidade no Japão, e essa relação com o país asiático se explica com o início do projeto, que foi criado como pretexto para levar Liminha até a terra do sol nascente.

“Toninho, Marcos Suzano e Jaques Morelenbaum viajaram inúmeras vezes para o Japão. Eu ainda não conhecia esse maravilhoso país. Um dia no estúdio resolvemos montar uma banda pra tocar lá. Gravamos parte do repertório em 2010, fizemos um show no Rio Jazz Festival e outro na extinta casa de show Miranda. Depois disso, como somos artistas e músicos com uma agenda lotada, cada um foi para um lado. Em 2016, fui para um evento Los Angeles, para ver a cena de jazz que estava acontecendo naquele momento. Em seguida, fui para Tóquio assistir ao Festival de Montreux. Voltei encantado com o Japão e retomamos o disco”, conta Liminha, detalhando um pouco mais da história do grupo.

Além dos quatro integrantes principais, o disco, formado por 12 faixas, traz também participações de Brandford Marsalis (sax soprano), Ryuichi Sakamoto (piano) e Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn). Liminha explica que a ideia atual do projeto, além do plano inicial de se apresentar no Japão, é “que a nossa música faça um monte de gente feliz”, o que é muito importante no momento atual.

Dominic Fike lança álbum de estreia

Na última sexta-feira, Dominic Fike, nativo da Flórida, lançou seu tão esperado álbum de estreia, “What Could Possibly Go Wrong”, por meio da Columbia Records. O álbum inclui os singles anteriormente lançados “Chicken Tenders” e “Politics & Violence”, que Pigeons & Planes chamou de “uma de suas melhores músicas até agora”, e chega após seu vídeo FIGHT OR FLIGHT, onde ele pulou de um avião e antecipou a faixa de abertura do álbum “Come Here”. 

“What Could Possibly Go Wrong” foi inicialmente adiado devido aos protestos que se espalharam por toda a América, que Fike abordou, além de detalhar sua própria história com a brutalidade policial em um poderoso texto que compartilhou com os fãs. Ele também falou com Kevin Abstract da Brockhampton em uma conversa que contextualiza ainda mais o próximo álbum, bem como apareceu no vídeo ”Lockdown”, de Paak, que aborda os protestos e o clima político atual.

A atenção em Dominic Fike tem crescido constantemente desde o lançamento de seu EP “Don’t Forget About Me, Demos”, pela Columbia Records em 2018. A partir desse lançamento inicial, ele continuou crescendo como uma das estrelas pop mais enigmáticas de sua geração. No ano passado, seu hit “3 Nights” ficou em primeiro lugar na parada de músicas alternativas da Billboard em setembro. Dominic colaborou com Omar Apollo em “Hit Me Up” e “Phone Numbers”, sendo que ele se apresentou com a última no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon com Kenny Beats e viu um videoclipe dirigido por Aidan Cullen com Halsey. Dom também apareceu nas capas da BRICK e Notion Magazine, além de estrelar na The FADER, Interview Magazine etc. e de percorrer o mundo em sua turnê Rain or Shine cujos ingressos esgotaram.

Rock e música caipira: Judas retrata caos contemporâneo em novo álbum “Os Desencantos”

A banda brasiliense Judas divulga o álbum Os Desencantos nesta sexta-feira (10). A obra trata-se de um retrato melancólico da contemporaneidade, mixando referências de rock com nuances da música caipira. O grupo é liderado por Adalberto Rabelo Filho – compositor de nomes como Jards Macalé, Wado, Maria Alcina e Vespas Mandarinas.

O álbum traz a faixa inédita Cisne Negro e compila os EP’s Casa de Tolerância No.1 (2016), Enfermaria Número 6 (2018) e Matadouro Número 5 (2019). São 10 músicas ao todo, sendo todas gravadas no estúdio Sala Fumarte, em Brasília, Distrito Federal. As sessões ocorreram entre 2016 e 2019. Na produção, a banda contou com suporte de Breno Brites – que também assinou  a mixagem e a masterização do disco.

Adalberto Rabelo Filho, que é vocalista do grupo, explica que o título provém de um trocadilho. “O nosso disco conta com 10 cantos tristes e desiludidos com o estado atual das coisas e do mundo. Daí o trocadilho: os cantos se transformam em desencantos, cujo significado descrito no dicionário é relacionado a uma pessoa que sofreu alguma decepção”.

O cantor ainda ressalta que a obra foi inspirada no termo ‘spell’ – que em inglês pode significar ‘encanto’ ou ‘soletrar’. Para ele, “isso mostra que a magia acontece  à medida em que o homem nomeia as coisas, tirando-as do real e finito e levando-as ao abstrato e eterno. Elas deixam de serem meros objetos para passarem a existência como conceito. Uma palavra passa a ter o poder então de mudar o mundo. E isso é muito representativo para nós”

Além de Adalberto, a banda é formada por Carlos Beleza (guitarra), Hélio Miranda (bateria), Bruno Prieto (baixo) e Pedro Vaz (viola caipira). O grupo existe desde de 2009 e ainda possuí o álbum Nonada (2014) no catálogo. Desta forma, a Judas tem construído sua sonoridade influenciando-se principalmente em artistas como Bob Dylan, Sérgio Sampaio, Childish Gambino e Thundercat. 

Vitor Kley lança novo álbum

Foto: Rodolfo Magalhães

O artista Vitor Kley acaba de lançar seu novo álbum “A Bolha”, pelo Midas Music em todas as plataformas digitais. Ele passa de cantor e compositor talentoso e bem-sucedido ao rol de artistas que conseguem apresentar imagens, sensações e emoções a quem escuta seu trabalho.

“Em 2016, criei uma música num aplicativo de celular. Eu a chamava por ‘Quem Vai’. Mas vocês a conhecem como ‘O Sol’. Passava dias no meu quarto gravando, criando. Chegou um ponto em que minha família passava perto e dizia ‘O Vitor vive numa bolha’. Ironia do destino ou não, entramos no estúdio recentemente construído dentro do apartamento do Rick que foi denominado de, adivinhem só, ‘A Bolha'”, comenta. Tudo se encaixou e do processo nasceu o disco atual.

“É pop, mas é claro que com pitada de rock. Tranquilo, mas um tanto envenenado. Só, mas muito bem acompanhado. De cordas a metais, de beats a baterias, de alegria a melancolia. Afinal de contas, nunca soube me definir e nem quero”, descreve o artista.

A música que abre o trabalho, “Ainda Bem que Chegou”, dá uma boa amostra do que ele fala. Começa no violão característico de Vitor com marcação percussiva, entra uma linha suingada de baixo, arranjos de cordas e metais são adicionados em camadas e o som flutua entre a MPB solar e o funk de groove tropical.

Um coral lindo e quase gospel marca a canção que fecha, “Vai na Fé”. Beleza que está tanto na vibe R&B, funk e soul de estalar de dedos quanto na letra. Ouça aqui.