“Já sofri com comentários maldosos por ser dona de sex shop” diz Maisa Pacheco

A empresária conta situações em que o seu ramo de atividade foi motivo para comentários pejorativos. Quem olha para Maisa Pacheco não imagina o quanto a empresária já lutou para manter seu nome atrelado ao empreendimento localizado em um dos endereços mais famosos de São Paulo – se não do Brasil. O motivo não é nenhuma briga com a prefeitura da cidade ou irregularidades na fachada do prédio, pelo contrário. A percepção da sociedade com essa atividade é quem já deu muita dor de cabeça para Maisa.

Imagine uma mulher dona de uma loja que vende acessórios em formato de órgãos genitais, vibradores, cremes e géis para o uso durante o sexo, fantasias eróticas e até bonecos infláveis. Isso foi motivo para surgirem comentários indecentes que colocassem em jogo, segundo a empresária, o verdadeiro significado de sua marca. “Convivi, nos primeiros anos do sex-shop, com muita gente que via isso como uma atrocidade, algo indecente e até ‘pecaminoso’. Foi difícil segurar o lado emotivo, que sempre age por impulso, mas isso me serviu de motivação pra continuar o trabalho”, diz Maisa.

Dona do seu próprio negócio há mais de vinte anos, Maisa conta que hoje é bem diferente manter e trabalhar a imagem de um sex-shop se comparado ao início, no começo dos anos 2000. Segundo ela, a visão de que a mulher pode se satisfazer sem um homem, ou usar produtos que estimulem a relação com o parceiro, ‘já é coisa do passado’. “Mesmo no início dos anos 2000, as mulheres ainda não tinham essa total liberdade de frequentar um ambiente que estimulasse sua libido. Hoje isso é visto de uma maneira mais natural, mas não dá pra falar que não existem ‘olhos tortos’ para isso”, acrescenta.

Maisa diz que os principais comentários, sobre sua empresa eram na intenção de que a empresária demonstrasse insegurança e até vergonha por exercer tal profissão. “O cara perguntava: ‘mas você testa os produtos’, ‘como você sabe que é bom?’, ‘o que a sua família vai pensar de você?’ e por aí vai. No começo isso me deixava pensativa, com a falsa impressão de que era motivo de vergonha”, conta.

O boom da Internet

Se a internet é a maior criação do homem moderno, nunca saberemos, mas ela mudou a forma como as pessoas se relacionam, comportam, consomem produtos, serviços e se inserem no mundo. No caso de Maisa, a tecnologia favoreceu a disseminação dos produtos e possibilidades de expandir a marca para outros locais. “Durante a pandemia do coronavírus precisei me adaptar. Minha loja nunca ficou fechada tanto tempo e isso geram custos, além dos habituais. O e-commerce foi um importante método de manter as contas em dia sem sacrifícios que me deixassem em desvantagem em relação ao mercado”.

Com a internet, Maisa conquistou até fãs que viajam de estados no Sul, Norte e Nordeste do país para conhecerem a “pepekuda” (apelido carinhoso que deu aos internautas) em São Paulo. “Sem a internet isso jamais aconteceria. Quem seria fã de uma dona de um sex-shop se ela não usasse as redes sociais para quebrar os tabus?”.

Disseminação da marca

Com a reabertura gradual de vários setores da economia nas principais capitais do país, Maisa Pacheco trabalha na implantação de franquias do tradicional sex-shop. Ela conta que os planos foram atrasados pela chegada da pandemia, mas em breve deve anunciar unidades em várias localidades.

“Ainda no começo do ano, antes de descobrimos a pandemia, já estava finalizando os contratos com empreendedores interessados na marca. Agora, com o retorno das atividades, isso vai ser mais prático. Estamos quase anunciando as novas lojas”, finaliza.

Uma em cada três pessoas já foi às compras no comércio de rua ou retomou a rotina de visita a familiares

A Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing realizou em julho sua terceira edição da pesquisa Coronavírus e seu Impacto no Brasil. Esse levantamento foi realizado por meio de questionários online, entre os dias 16 e 21 de julho, e obteve 1.090 respostas, de todas as regiões do Brasil. Um dos focos da terceira onda foi abordar o sentimento geral da população em relação ao momento atual e à retomada das atividades de Lazer.

A retomada das atividades do comércio, serviços e lazer ainda encontra alguma insegurança por parte da população. Cerca de 1 em cada 3 pessoas já foi às compras no comércio de rua ou voltou a frequentar reuniões familiares, mas shoppings e restaurantes convenceram ao retorno apenas de 20% a 25% dos entrevistados. Bares e academias, por sua vez, contaram com menos de 10% de presença entre o público ouvido na pesquisa. E a maior parte das pessoas, cerca de 70%, diz que ainda não foi a lugares assim porque não teve vontade ou confiança, e não por alguma imposição restritiva em suas cidades.

A adoção de uma vasta e rigorosa gama de medidas sanitárias preventivas vai ser muito importante para os ambientes fechados de lazer voltarem a ter a confiança de seus frequentadores. Destaques para a intensificação de higiene em banheiros (mencionada como importante para 96% dos entrevistados), soluções de ventilação e circulação de ar (95% de menções) e organização ou sinalização de fluxo de pessoas para evitar filas (92%). “Cinemas, teatros e afins vão ter de lidar com públicos menores, lugares espaçados, extinção de filas para voltarem ao jogo”, projeta Ricardo Lopes, gerente de projetos da Demanda e coordenador do estudo.

Quase metade acredita que sua vida mudou para pior do início da pandemia até agora

O sentimento geral das pessoas com o momento da pandemia é de desânimo. Cerca de 3 em cada 4 (73%) se diz desanimado atualmente. Ao serem perguntados sobre o que mudou para pior ou para melhor do início da pandemia para cá, metade deles (49%) afirma que a vida mudou para pior no que diz respeito à vivência social e às oportunidades de lazer. Outros 37% sentiram piora no estado psicológico, em seu equilíbrio emocional. Em outro sentido, 41% observaram que melhorou seu engajamento em ações solidárias e 53% estão se relacionando melhor com suas famílias.

Muitos brasileiros fazem planos para quando a pandemia acabar e somam 70% os que pretendem viajar assim que possível. Outros planos muito presentes são rever familiares ou amigos (58% dos entrevistados) e retomar ou iniciar a prática de algum esporte (42%). Enquanto isso tudo não é possível, boa parte deles admite ter incorporado ou intensificado alguns maus hábitos. A ingestão de chocolates ou doces em geral brotou ou cresceu em nada menos do que 38% do público pesquisado. E o hábito de beber álcool agravou-se ou incorporou-se à rotina de 20% dos internautas brasileiros participantes da pesquisa.

Mega Space receberá a maior tela de cinema a céu aberto do mundo no MEGA CINE DRIVE-IN

A sociedade atravessa um dos momentos mais marcantes da história devido a pandemia da Covid-19. Por causa dessa situação, vários setores da economia mundial tiveram que se reinventar e com o cinema não foi diferente. Prova disso é o MEGA CINE DRIVE-IN, que montará a maior tela de projeção de cinema a céu aberto do mundo no Mega Space, na Av. das Indústrias, 3000, Santa Luzia – Região Metropolitana de Belo Horizonte / MG). Filmes e espetáculos de stand-up serão apresentados todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e determinações municipais. A programação e datas de exibição serão divulgadas em breve.

Com mais de 500 mil m² bem distribuídos entres platôs, o espaço tem capacidade para receber 600 carros por sessão e até três sessões diárias, totalizando 1800 veículos por dia. De acordo com Nirley Marinho, um dos organizadores da iniciativa, o MEGA CINE DRIVE-IN terá a maior estrutura de projeção e tela de cinema já montadas no mundo. “As maiores distribuidoras de filmes estarão no evento com os seus títulos cinematográficos. Com uma tela denominada ‘Tela Mundo’, montada em uma estrutura de mais de 500 m², proporcionaremos uma experiência única para toda a família.  A projeção será realizada com laser de alta definição e toda a transmissão de áudio será feita através de um sistema FM, diretamente no rádio do veículo, conta”, comenta.

O público poderá assistir os filmes e stand-ups com total segurança de dentro dos seus carros, já que o MEGA CINE DRIVE-IN segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e respeita todas as determinações da Prefeitura Municipal de Santa Luzia. “Teremos entradas e saídas que facilitam o fluxo de pessoas e veículos e serão respeitadas as distâncias mínimas de dois metros entre veículos. O uso de máscara será obrigatório por todos bem como a utilização de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) aos colaboradores que estiverem trabalhando no cine”, completa Nirley Marinho.

Após curso online, técnico em logística realiza sonho e cria sua própria cachaça durante o isolamento

O isolamento social fez com que o interesse dos brasileiros em cursos online crescesse. De acordo com uma pesquisa realizada pela NZN Intelligence, feita com mais de 1,7 mil pessoas, 40% dos entrevistados entre 18 e 34 anos pensam em se inscrever em cursos online.

Muitos estão os procurando por hobby, para aprimorar um idioma, ou mesmo para realizar o sonho de se tornar um empreendedor, como é o caso do Hugo Botelho, de 34 anos. Natural de Resende, cidade do Rio de Janeiro, que fica no sul do estado, o empresário decidiu colocar em prática um desejo antigo: ter sua própria marca de cachaça.

“Comecei a beber com 19 anos e confesso que nunca curti muito cerveja, sempre gostei mais dos destilados e bebidas mais doces, com isso aprendi a fazer alguns drinks e fui me interessando cada vez mais pela cachaça, tanto que a caipirinha passou a ser meu drink favorito”, explica Botelho. Formado em Logística e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos, o empresário trabalha em uma multinacional sul-coreana desde 2014.

Entretenimento levado a sério

Embora trabalhe na área de Planejamento e Controle de Produção, a ideia de ter seu próprio sítio com um local para pescar e ter sua própria cachaça foi crescendo na mesma intensidade que sua paixão pela bebida, porém, ele sabia que o custo para produzi-las seria muito elevado. “Com o isolamento, tive mais tempo de pesquisar sobre o assunto na internet e acabei me deparando com um anúncio dizendo que era possível ter sua própria marca de cachaça sem gastar muito”, diz Botelho.

O curso em questão era o “Lucrando com Bebidas”, o único do Brasil que ensina o passo-a-passo de como criar a própria marca de destilados, seja cachaça, whisky, gin, vodka ou rum, com baixo investimento e sem a necessidade de possuir uma destilaria. O curso é ministrado pelo professor Leandro Dias, especialista em bebidas destiladas e criador da Middas Cachaça, a única com flocos de ouro no mundo. Segundo Dias, a procura pelo curso registrou um aumento de 50% durante esse período. 

Hugo não teve dúvidas, decidiu se inscrever no curso para conseguir uma renda extra e ainda aprimorar seus conhecimentos sobre cachaça. “Minha produção é terceirizada, comecei com um lote pequeno e em junho consegui vender 65% das garrafas. Creio que por muitos estarem optando, nesse momento, por comprar do pequeno empresário e valorizando o comerciante local, isso acabou me ajudando”, ressalta o empresário.

O objetivo é seguir adiante com seu sonho, e, para tanto, Hugo pretende investir no comércio online. “Decidi batizar a cachaça com o nome Botelho, pois é uma maneira de homenagear minha família e mostrar que valorizo minha origem”, finaliza o empresário.

Dia dos Pais: Chocolateria Brasileira lança Golden Shot, garrafinhas de chocolate recheadas com cachaça

O Dia dos Pais está chegando e para celebrar a data, a Chocolateria Brasileira, rede de chocolates finos, tem um sofisticado lançamento: a caixa Golden Shots, garrafinhas de chocolate com bebidas alcoólicas.

Inspirada nos clássicos casinos da década 1930 e com um marcante estilo Art Déco, traz uma embalagem para lá de inusitada e divertida: em formato de roleta, utiliza conceito de gamificação, com intuito de elevar a experiência de consumo.

Ao centro, contém uma mini-roleta, que ao girar aponta para o shot a ser consumido. A regra do jogo é simples, com um interessante suspense: gire a roleta e para onde ela apontar quando parar, o pai consome o seu prêmio. É possível jogar com mais pessoas, lembrando sempre que o produto é indicado apenas para adultos.  

Cada caixa acompanha 12 mini garrafinhas sortidas feitas com chocolate ao leite, branco e meio amargo, recheadas com bebidas premiuns como cachaça nos sabores de Caipirinha com Limão, Licor de Laranja, Whisky, Vodka e Vodka com Coco.

A novidade irá custar R$ 69,90 e, para entrar na brincadeira, na segurança do lar, a rede entrega via delivery e também recebe pedidos atendidos pelas lojas físicas através whatsapp e ifood, além do e-commerce, que entrega em todo o Brasil. Para saber mais acesse o site

*Preço sujeito a alterações

Artigo sobre luxo sustentável por Conceiyção Montserrat

O mundo mudou!

Nós estamos mais conscientes do impacto que causamos em nossa comunidade, cidade, país. Não faz mais sentido fazer uso de produtos que não são sustentáveis, ecológicos, biodegradáveis, cada um tem sua parcela de comprometimento para a qualidade do nosso futuro e das novas gerações.

Olhando isto com muito cuidado, as principais marcas de luxo estão adaptando as mudanças de comportamento mundial, tornando a cadeia mais produtiva e atraente.

Os consumidores estão mais atentos, olhando com muito critério o desenvolvimento das empresas, observando suas atitudes com relação ao sustentável. Quem de fato se preocupa e tem engajamento, fazendo a diferença no comportamento social?

Uma das mais importantes holdings mundiais a Kering, sediada em Paris, possui várias marcas do mercado de luxo como Saint Laurent, Gucci, Stella McCartney, Alexandre McQueen, Balenciaga. Ela montou um departamento de sustentabilidade dentro da empresa, para revolucionar estas grandes grifes no mercado de luxo. Sob a gestão de Marie- Claire Daveau, que durante 4 anos, focou na sustentabilidade e erradicou o uso de PVC em 99,8% dos produtos de todas as empresas que pertencem a holding, conseguiu reduzir mais de 11% das emissões de carbono, 19% uso de água em seus processos e está utilizando quase 25% em energia renovável em seus insumos. Isto trouxe outros valores agregados para as marcas, além dos valores éticos, ganhou muita credibilidade no mercado de luxo e automaticamente suas ações se valorizaram. De fato, podemos observar, que todas as ações em prol de nossa qualidade de vida e sustentabilidade, traz ganhos incalculáveis a todos.

Como exemplo; podemos citar a área de construção civil, construções que produzem resíduos sólidos em quantidades mínimas e direciona suas sobras para empresas que fazem o reaproveitamento dos materiais e devolvem em outros materiais de uso da mesma cadeia de produtividade. Na área de decoração, nós estamos ha muitos anos desenvolvendo peças de design com absoluto bom gosto e qualidade, inclusive utilizando materiais ecologicamente corretos, seja madeira certificada, tecidos a base de fibras naturais, uso de materiais mais duradouros e econômicos como lâmpadas de LED com efeitos estéticos absolutamente elegantes nos projetos arquitetônicos.

Podemos falar ainda sobre irrigação automatizada, que aliada a automação, verifica a umidade e irriga o solo na quantidade suficiente para manter as plantas saudáveis. Sistema de iluminação fotossensível, acendendo automaticamente a medida que o sol se põe, energia fotovoltaica economizando até 90% do seu consumo de energia, eco decks para áreas externas, proporcionando maior durabilidade, lonas solares, impedindo o aquecimento e com isto diminuindo o uso de ar condicionado, móveis externos utilizando cordas náuticas com maior durabilidade, tecidos ecológicos, enfim, poderíamos falar inúmeras outras qualidades e a única conclusão que chegamos é que o Luxo está desenvolvendo projetos focados no sustentável há muitos anos.

Empresas focadas em sustentabilidade tem maior visibilidade no mercado, pois, se preocupam com o futuro e querem deixar boas marcas ao longo de sua história.

Este é o processo natural e correto, ser elegante, ser chique é ser SUSTENTÁVEL. Isto sim é ser alguém de bom gosto e que faz a diferença no mundo! O luxo de poder usufruir a natureza de forma correta, sem resíduo ou danos catastróficos! Poder ir e vir sem a preocupação de se contaminar por algum produto que em contato com você e que possa prejudicar sua saúde de alguma forma, é essencial!

Conseguir fazer parte do consumo consciente, seja nos insumos ou na alimentação, buscando produtores que praticam o cultivo ou manejo, sem impactos ao seu entorno, utilizando-se de uma forma adequada e produzindo tudo que necessita como seu próprio adubo através do processo de compostagem e não fazendo uso de agrotóxicos substituindo estes por produtos naturais é uma tendência!

Agora, ter o privilégio de fazer parte desta transformação, deste movimento mundial e poder comprovar que, em um futuro próximo, as mudanças benéficas que você ajudou a transformar, por consumir produtos ou serviços que foram pensados por você e para você, isto sim é o LUXO REAL.

LGBT+: novos pais e mães terão direito a 20 semanas de licença remunerada na JTI

A Japan Tobacco International (JTI) lançou uma nova política global de licença-maternidade e paternidade para os seus 44 mil colaboradores: 20 semanas de licença remunerada, independentemente de gênero, orientação sexual ou forma como os colaboradores se tornaram pais (gravidez, adoção ou barriga solidária). O plano, que será implementado em fases a partir de 1º de janeiro de 2021, inclui integralmente as famílias de pessoas lésbicas, gays, bisexuais, travestis e transexuais  (LGBTs) e coloca a empresa à frente da legislação brasileira e de outras empresas.

Na JTI, com a nova política, serão 140 dias de licença, independentemente do gênero. Com isso, a JTI  terá um tempo maior de licença do que 80% dos 81 países em que a empresa atua, se destacando no cenário global.

Para garantir um processo de implementação tranquilo e a utilização adequada dos benefícios,  a nova política de licença-paternidade e maternidade será feita em fases nos diferentes países onde a JTI atua. No Brasil, em janeiro de 2021, será implementada a licença-paternidade de 4 semanas (28 dias) e a licença-maternidade de 20 semanas (140 dias).

Para os casais LGBTs, será definido o cuidador primário, que terá licença de 20 semanas, e o cuidador secundário, que terá, inicialmente, a licença de 4 semanas. A efetivação total da nova política no país se dará em janeiro de 2023, quando a licença de 140 dias passa a valer para todos.

A organização espera que a mudança reforce que se tornar pai ou mãe não representa um obstáculo para a carreira de seus colaboradores e que os  dois membros de um casal, independentemente do gênero, têm responsabilidades nos cuidados com os filhos. “Essa nova política de licença-familia é um grande marco na nossa jornada em busca da diversidade e da igualdade de gênero. Estamos orgulhosos de apresentar esse novo benefício sem distinção de gênero, que apoia todas as famílias e dá a todos os pais oportunidades iguais de passar um tempo de qualidade com seus filhos, sem se preocupar com o impacto que isso poderia ter em suas finanças ou carreiras”, diz Eddy Pirard, presidente e CEO global da JTI.

Com essa nova estratégia, a JTI busca apoiar o bem-estar de seus colaboradores, ajudando-os nos estágios iniciais de criação de uma família enquanto continuam a prosperar no trabalho. “Essa mudança é um avanço na nossa política progressiva de diversidade e inclusão. Nosso objetivo é mudar os estigmas relacionados à licença maternidade e paternidade, além de demonstrar que acolhemos, apoiamos e valorizamos todos os nossos colaboradores”, afirma Thiago Dotto, Diretor de Pessoas e Cultura da JTI Brasil.

Por que isso é importante, pela voz de quem adotou

Aline Souza Freitas é assistente contábil na JTI. Há pouco mais de dois anos e meio, ela e a esposa Roberta receberam, para trazer ainda mais amor à família, Maria  (5) e Pedro  (4). Na época, Aline teve direito à licença-maternidade de 120 dias, tempo que, segundo ela, foi fundamental para o processo de amadurecimento, tanto dela como mãe, quanto das crianças que estavam descobrindo o mundo para além dos muros da instituição de abrigo onde viviam.

“Esse período de licença é muito importante, pois quando você adota é preciso inserir a criança na sociedade. A partir daquele momento eles têm uma casa, uma família, duas mães, um quarto, roupas, brinquedos, vão passear, conhecer um mercado, farmácia, parquinho. Tudo até então desconhecido”, explica Aline.

Além disso, esse tempo com os filhos é importante para se descobrir como mãe. “O processo de adoção é diferente de uma gestação que você tem os nove meses para se preparar. Quando se entra na fila de adoção, não há um tempo certo, pode levar anos ou meses”, comenta. No caso de Aline e Roberta foram quatro meses após o curso de preparação para adoção, o que as surpreendeu, mas também motivo de grande felicidade.

Foi preciso correr e reorganizar toda a vida para a chegada dos pequenos. E foi aí que contar com o apoio da sua gestora e da empresa fez toda a diferença. “No Brasil, as leis para adoção não são tão justas. Há um tempo o período de licença variava conforme a idade da criança/adolescente. Hoje já possuímos o direito da licença de 120 dias, mas por muitas vezes não é bem visto pela empresa a saída do colaborador. O que é inviável visto que é um período importante para estreitar laços enquanto família. Além de toda a burocracia e demora de encaminhar via INSS a solicitação de benefício de auxílio- maternidade”, afirma. “Na JTI não precisei de nada disso. Consegui os 120 dias direto, sem ter que esperar”, conta.

Com a nova política da multinacional, o tempo de licença aumenta de 120 para 140 dias, tempo extra muito bem-vindo, segundo Aline. Os seus dias de licença foram muito bem aproveitados, mas foram necessários mais dias para além desses, visto que Maria  e Pedro  precisavam dar continuidade nas terapias e tratamentos médicos. Ela também comemora o fato de que outros casais homoafetivos poderão usufruir do benefício com essa política. “É uma nova família que está sendo construída e esse tempo juntos é essencial”, finaliza.

Educador Físico Bruno Sapo lista produtos que podem auxiliar no treino em casa

Crédito: Click&Jerk

Seguindo o plano de flexibilização de quarentena, gradativamente alguns estabelecimentos estão reabrindo, com as devidas medidas de segurança, como  é o caso das academias.  A decisão divide opiniões entre aqueles que não aguentavam mais se exercitar em casa e aqueles que não se sentem seguros de treinar em um ambiente frequentado por outras pessoas. Pensando nisso, o Educador Físico Bruno Sapo enumerou cinco produtos que podem auxiliar quem vai permanecer malhando em casa.

Segundo o personal trainer, a pandemia abriu as possibilidades das atividades físicas, como é o caso do treino on-line, em casa ou em ambiente seguro: “As pessoas experimentaram e comprovaram a eficácia e o ganho de tempo que as aulas on-line proporcionam”.

Confira o material preparado por Bruno Sapo:

5 produtos que você pode comprar para te auxiliarem nos treinos em casa 

Para quem ainda não se sente seguro ou a vontade em sair de casa para treinar, a compra de equipamentos pode ser uma opção para melhorar a qualidade e eficiência do treino, além de mudar a rotina dos exercícios que utilizam somente o peso corporal. A escolha deve priorizar equipamentos versáteis, ou seja, que poderão ser usados para diversos tipos de exercícios e vai depender também de quanto a pessoa dispõe para investir.

Separei 5 produtos que podem dar um upgrade nos seus treinos em casa e que com a orientação de um/uma profissional de educação física, podem trazer tantos ou mais benefícios quanto treinar na academia.

1) Kettlebell: Os pesos com alça são usados para treinamento desde a Grécia Antiga. Existe inclusive em um museu, em Atenas, um kettlebell de 143kg !! A gama de exercícios que pode ser feitas usando esse equipamento vai desde os básicos, como Agachamentos, Levantamento Terra e Desenvolvimentos, exercícios de estabilização, como o Turkish Get Up e o Windmill e exercícios mais completos como o Snatch e o Clean. Tudo isso, com apenas um.

2) Halteres ou Dumbell: Mais populares que os kettebells por aqui, tal equipamento é tão versátil quando o primeiro, mas diferencia-se também pela familiaridade que muitas pessoas já possuem por conta do seu uso na academia e também por que o seu uso e técnica é ligeiramente mais fácil.

3) Elásticos ou Bands: Existem evidências de ganhos de força em idosos usando séries simples, de 2 ou 3 séries, e poucas repetições, de 10 a 15 utilizando apenas elásticos em exercícios simples como Puxada, Remada e Agachamentos. Por terem diferentes tensões, as bands podem ser utilizadas para diversos objetivos e faixas etárias.

4) Corda de Pular: Uma alternativa mais barata aos ergometros como esteiras, bikes e remos, a corda cumpre o papel de dar uma intensidade maior aos treinos, ao mesmo tempo que cria uma opção além dos Polichinelos e Burpees. O simples fato de aprender a pular e coordenar o salto com o giro dos punhos já é um desafio para muitos, imagina colocar isso tudo dentro de um treino intervalado, variando com exercícios de peso corporal e kettlebell.

5) Tapetes: Misturam segurança e performance. Um bom tapete adequado para a prática de treinos funcionais pode evitar um escorregão da mão e possível acidente, por exemplo, como também promove mais conforto em exercícios tais como abdominais e aqueles que temos que apoiar o joelho no chão.

Para quem tem um pouco mais de grana para investir outros equipamentos podem ser adquiridos, como caixas para saltos pliométricos, barras olímpicas e anilhas, além de esteiras, remos e bicicletas. No entanto, creio que com equipamentos simples como os citados acima, todos podem, com orientação, seguir uma rotina de treinos. Lembrando sempre de procurar um/uma profissional que você confie, para que o mesmo adeque os materiais aos seus objetivos, rotina e realidade.