Homens representam 30% dos consumidores de tratamentos estéticos

Por Andrezza Barros • 30 nov 2020
Homens representam 30% dos consumidores de tratamentos estéticos
Portrait of man with clay facial mask in beauty spa.
Emprego não está indo bem, não pode ir no futebol, e ainda quando se olham no espelho, não gostam do que vê. Devido a isso, eles mudaram e fazem parte de 30% dos consumidores de tratamentos estético. O Brasil é o 3º que mais consome a indústria de beleza. De olho neles, AD clinic investiu no público masculino e cresceu 523%.

Segundo a SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), a cada dois minutos, um homem faz alguma intervenção estética, de um simples e rápido preenchimento facial até uma lipoaspiração que pode durar quatro horas. Tudo isso deve-se a perspectiva de vida que tem aumentado, e aquelas rugas que antes não faziam diferença, hoje faz.

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Por muito tempo, o campo da estética e cuidados de beleza, ficou a cargo das mulheres. Mas esse cenário está mudando e os homens têm aprendido que, investir tempo e dinheiro em cuidados com a aparência e bem-estar, pode proporcionar um enorme ganho para a sua saúde (física e emocional), vida social e profissional, além de fortalecer a sua autoestima, segurança dentre outros benefícios. Alguns estereótipos estão diminuindo com o passar dos anos. Hoje, o mercado de tratamento estéticos já conta com 30% do seu público masculino. Bem antes do confinamento o aumento era gradativo, e continua durante a crise da Covid-19.

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O levantamento feito pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o Brasil se tornou o terceiro país com o maior mercado de estética no mundo, ficando atrás, apenas, dos Estados Unidos, que têm 16,5% e da China com 10,3%. Esse crescimento ficou evidente na clínica de estética AD Clinic, que engordou a receita com aumento de 178% em vendas de novos procedimentos somente durante a pandemia.

“Os homens iam as clinicas de estética para acompanhar suas mulheres, e hoje elas que vão para acompanha-los. Percebemos isso e crescemos 523% esse ano, tivemos que inovar, e nos reenventar para atingir a meta”, comenta Rodrigo Nunes CEO, da AD clinic.

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