Os procedimentos íntimos femininos, antes tratados como tabu até mesmo entre celebridades, passaram a aparecer com mais frequência nas redes sociais e entrevistas de famosas brasileiras. Harmonização íntima, rejuvenescimento vaginal, bioestimuladores, laser e ninfoplastia estão entre os tratamentos citados por artistas e influenciadoras que relatam desconfortos físicos, mudanças no corpo e questões ligadas à autoestima.
Recentemente, Gracyanne Barbosa contou que decidiu realizar procedimentos íntimos após perceber alterações causadas pela rotina intensa de treinos e pela baixa gordura corporal. Segundo ela, a região também sofre mudanças com o passar do tempo e com a transformação física do corpo.
Já Manu Batidão revelou aos seguidores que realizou uma harmonização íntima em uma clínica estética e brincou sobre o resultado do procedimento, afirmando que saiu da clínica se sentindo “uma menina de 13 ou 14 anos”.
Para o especialista Bernardo Magalhães, gerente geral da Harmonize Gold, a procura por esse tipo de tratamento cresceu principalmente porque as mulheres passaram a falar mais abertamente sobre envelhecimento íntimo, flacidez e desconfortos físicos.
“As mulheres começaram a entender que envelhecimento e perda de colágeno não acontecem só no rosto. Pescoço, mãos, colo, glúteos e região íntima também passam por mudanças naturais ao longo da vida”, explica.
Entre os procedimentos mais procurados estão aplicações de ácido hialurônico, bioestimuladores de colágeno, laser íntimo e cirurgias como a ninfoplastia. Segundo o especialista, a maioria das pacientes busca melhora estética associada ao conforto e à qualidade de vida.
Outras famosas também já falaram publicamente sobre procedimentos íntimos. Gretchen comentou que procurou rejuvenescimento íntimo após emagrecer e perceber flacidez na região. Andressa Urach revelou ter realizado cirurgia íntima antes do casamento. Já Deolane Bezerra contou que fez ninfoplastia após as gestações.
A lista inclui ainda nomes como Maíra Cardi, Patrícia Leitte, Viviane Felício, Letícia Santiago e Monique Amin, que também já comentaram experiências ligadas à estética íntima.
Segundo Bernardo Magalhães, o crescimento desse tipo de relato público acompanha uma mudança cultural em torno do autocuidado feminino. “Hoje existe uma busca muito maior por regeneração, melhora da pele e conforto. A estética íntima deixou de ser vista apenas como transformação e passou a ser entendida também como qualidade de vida”, conclui.
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