Entenda o suposto caso de estupro praticado pelo vocalista Anderson Leonardo do Grupo Molejo

Vítima afirma que cantor tirou seu sonho de casar virgem e incentiva que vítimas denunciem

O ano mal começou e a quantidade de denúncias por assédio e estupro praticados por celebridades tanto nacional, quanto internacional só tem aumentado. E dessa vez, o caso é do vocalista Anderson Leonardo, do grupo de pagode Molejo

Ele é acusado de violentar o MC Maylon de 21 anos que registrou um boletim de ocorrência ainda nesta semana na Delegacia de Realengo. De acordo com a vítima, o caso teria ocorrido no ano passado e sua escolha por não denunciar o artista antes foi sob a influência que o cantor teria. 

O jovem que alega ter entrado em depressão após o ocorrido, diz ter sido chamado pelo cantor e que Anderson apontou que seria uma reunião sigilosa. Dentro do carro, o mesmo teria mudando a rota para um hotel em Sulacap, na Zona Oeste do Rio.

Na quinta-feira (4), o MC e sua mãe foram ouvidos pelos policiais com uma duração em torno de 4 horas. Logo depois, realizou o exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal no Centro do Rio. Maylon apresentou a cueca com manchas de sangue e sabonete usado, material que foi encaminhado para análise em laboratório. 

Em entrevista ao G1, a vitima relatou: “Estou passando por tratamento psicológico, minha família é a base de tudo. Eu não esperaria isso de um cara que eu chamava de pai, eu tatuei ele no meu braço, e ele ter feito isso comigo”.

O MC também comenta sobre o famoso ter retirado o seu sonho de se casar virgem e incentiva toda a sociedade vítima de abuso a denunciar. “Você tem cara de puta, de prostituta, jamais achava que você era virgem com essas roupas”, lembra uma das falas escutadas durante o ato.

Em nota, o vocalista do Molejo negou as acusações e disse que ficou surpreendido com a denúncia. Nessa sexta-feira (5), o acusado foi chamado para prestar depoimento e afirmou ter tido relação com o MC de forma consensual. Além dele, funcionários do hotel também serão ouvidos. 

Os investigadores vão analisar o boletim de atendimento médico no Hospital Pedro II e buscam câmeras de segurança do local onde supostamente ocorreu a violência. O caso ainda está em andamento.

Texto publicado na coluna “Fama e Consequência”: https://culturaenegocios.com.br/category/colunista/andrezza-barros/

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