Tramoia: Roça Nova frisa coletividade e espiritualidade em álbum de estreia

Amor, coletividade e evolução espiritual. Essa é a veia do álbum de estreia da banda mineira Roça Nova, intitulado Tramoia e previsto para o dia 22 deste mês.  Na obra, o quarteto apresenta o seu “caipigroove” – que traduz a mistura entre o rock psicodélico, a música caipira e os ritmos afro-latinos. 

O álbum ainda trata-se de um trabalho politizado, já que semeia novas perspectivas e percorre temáticas de resistência e resgate frente às crises culturais, políticas e ambientais da América Latina. O lançamento é independente e tem produção assinada pelos próprios membros da banda.

O setlist incluiu o single homônimo ao nome da banda e a faixa Espírito Seco, ambas disponibilizadas recentemente. Além destas, outras oito canções fazem parte do disco:  Cambalacho, Tulha I, Alma de Gato, Rural, Canto de Rudá, Tupã, Yemanah e 1º Contato com o Rio. As sessões de gravação ocorreram no Estúdio Nave, em Juiz de Fora (MG). 

Para o vocalista e violonista da Roça Nova, Pedro Tasca, a palavra Tramoia sintetiza a essência do repertório. “A obra é o nosso artifício para traçar uma linha tênue entre a resistência coletiva e o resgate da regionalidade. Por isso, nos inspiramos em Chico Science & Nação Zumbi, Clube da Esquina, Metá Metá, Maurício Tizumba e Marku Ribas”.

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