Carlos Reis aposta em pop rock e sentimentalismo em EP de estreia

O pop rock, a paixão e a religiosidade se encontram no EP de estreia do cantor e compositor Carlos Reis. “É Preciso Aceitar” conta com cinco faixas e já está disponível em todas as plataformas de streaming. O repertório inclui as canções “Uma Nova Chance”; “Como Lindo Sonho”; “Moça Bonita” e “A Primeira Vista”, além da faixa-título “É Preciso Aceitar”.  Na ocasião, Carlos é sentimentalista enquanto traz nuances acústicas e retrata paixões e fragilidades pessoais. Assim, todas as canções integram uma única narrativa. 

Olá, tudo bem? Você acaba de lançar o EP “É Preciso Aceitar” que conta com cinco faixas. Como tem sido a sensação de estreia?

Carlos: Oi! Está tudo bem sim E MUITO obrigado pelo convite. Fiquei lisonjeado pelas perguntas. É uma sensação muito boa, mas ao mesmo tempo tensa (risos). Fico na expectativa sobre o retorno do público. Espero que gostem. Mas estou bem confiante, já que o que importa é divulgar o meu trabalho autoral e as críticas fazem parte da nossa vida.

Seu intuito é o de mostrar a sensibilidade no cotidiano. Como suas músicas podem contribuir para esse sentimento?

Carlos: Acredito que todos somos movidos por emoções e algumas vezes, somos até reféns das mesmas. Acredito que as músicas podem ajudar a resgatar a pureza de se apaixonar e reviver as sensações antigas da adolescência. Hoje, infelizmente, muitas letras de sucessos falam muito em cerveja, cigarro, festa, sexo. E assim, passam um falso status de felicidade. Tenho certeza que tudo isso não traz a felicidade verdadeira. Por isso, retrato a vida de outra forma. 

Como tem sido a aceitação do público com a música?

Carlos: As músicas estão sendo muito bem aceitas. Fiquei surpreso com os feedbacks positivos. As pessoas estão se identificando com as letras, que por sinal tem uma linguagem simples, direta e pura.

Além do EP, existe mais algum plano para os próximos meses?

Carlos:  Sim, estou com data  de lançamento marcada para o meu segundo EP, intitulado “Incompleto”. Serão músicas: IncompletoAmigo,  Que Pena Amor Assassino. Além disso, dia 16 de dezembro, no palco do SHOWLIVRE.COM,  irei apresentar o meu projeto autoral completo e ao vivo.

Como foi a criação deste EP?

Carlos: A criação desse primeiro EP foi muito difícil, já que tenho muitas músicas escritas. Tive que fazer uma seleção para poder gravar. Queria arranjar uma pessoa que pudesse cantar as minhas músicas, mas não encontrei. Por isso, eu mesmo decidi cantar. Logo em seguida, sofri três golpes de supostos produtores musicais da minha região. Perdi tempo, dinheiro e saúde mental. Foi uma grande decepção. Mas ainda assim, segui forte e lutei pelo meu sonho. 

Deixe uma mensagem. 

Carlos:  “O amor vai, sempre esta lá mesmo que eu não queira aceitar”. Essa é a parte do refrão da música de trabalho do segundo EP “Incompleto” –  onde deixo bem claro que a qualquer momento podemos nos apaixonar ou passar por uma situação que não vamos ter controle. Mas isso é do ser humano, nós não nascemos para viver sozinhos no mundo, precisamos de algo, de alguém que possa preencher as lacunas do nosso lado sentimental.

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