Daniel Bydlowski fala sobre cinema pós pandemia

Divulgação | Pessoal

Como ficará o cinema pós pandemia é o tema inicial desta entrevista realizada com o cineasta brasileiro Daniel Bydlowski. Ele é membro do Directors Guild of America e artista de realidade virtual. Faz parte do júri de festivais internacionais de cinema e pesquisa temas relacionados às novas tecnologias de mídia, como a realidade virtual e o future do cinema.

Daniel também tenta conscientizar as pessoas com questões sociais ligadas à saúde, educação e bullying nas escolas. É mestre pela University of Southern California (USC), considerada a melhor faculdade de cinema dos Estados Unidos. Atualmente, cursa doutorado na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos. 

Seu filme Bullies foi premiado em Newport Beach como melhor curta infantil, no Comic-Con recebeu 2 prêmios: melhor filme fantasia e prêmio especial do júri. O Ticket for Success, também do cineasta, foi selecionado no Animamundi e ganhou de melhor curta internacional pelo Moondance International Film Festival. Confira:

Olá Daniel! Muito obrigada por aceitar participar desta entrevista. Falando do cinema pós pandemia, como você acha que tudo isso ficará ? Acredita que voltará ao normal ou terá alguma mudança ?

“Acredito que a tendência é que o cinema e a televisão ficarão ainda mais repleto de efeitos especiais, que permitirá filmar atores em green screen, sem que estes precisem interagir uns com os outros”.

Como funciona o projeto Mais entretenimento, Menos Bullying?

“O cinema me ajudou muito quando eu sofri bullying na escola. Então estou levando esta mesma experiência e dando a possibilidade para alunos produzirem roteiros sobre o tema”.

Seu filme Bullies, conta a história de Eugene que sofre bullying na escola. A obra foi premiada em Newport Beach como melhor curta infantil. Você acredita que a película tenha contribuído para inspirar crianças que passam por momentos como este?

“Sim, até mesmo adultos expressaram quanto o filme foi inspirador para verem suas infâncias de maneira diferente”.

Tem algum projeto para o futuro?

“Sim, meu projeto de realidade virtual chamado NanoEden anda em frente. Este projeto se trata de um casal que tem suas memorias passadas para um computador depois que morrem. E fala de nossa dependência tecnológica”.

Pessoalmente, como tem sido lidar com o isolamento social?

“A maior parte do tempo passo conversando com pessoas pelo Zoom, escrevendo roteiros e dirigindo por Skype. Não é ideal, mas precisamos continuar de alguma maneira”.

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